Washington Protege Suas Mentiras Com Mais Mentiras.


Minha desconfiança se aprofundou após a nova versão de Seymour Hershdo sobre o assassinato extra-judicial de Osama bin Laden pelo regime Obama, operando ilegalmente dentro de um país soberano. http://www.paulcraigroberts.org/2015/05/11/seymour-hersh-succumbs-disinformation-paul-craig-roberts/ Essa história de Hersh, que é de muito pouco interesse inerente, recebeu uma tão grande quantidade de atenção, é quase prova de orquestração, a fim de fundamentar a alegação do regime Obama ter matado uma pessoa que havia morrido há uma década.

Os americanos são crédulos, e o pensamento não é fácil para eles, mas se tentarem o suficiente eles devem se perguntar por que seria necessário para o governo inventar uma completamente falsa explicação daquela já anunciada e de conhecimento comum por Washington sobre a morte de um suposto terrorista. Porque não basta dar a verdadeira história? Por que a verdadeira história tem que sair anos mais tarde a partir de fontes anônimas que vazaram para Hersh?

Posso dizer a você, de fato, os SEALs teriam encontrado bin Laden em Abbottabad, teriam usado granadas de efeito moral e gás lacrimogêneo para levá-lo vivo. Teriam desfilado Bin Laden perante a mídia, e uma Casa Branca jubilante teria feito uma celebração muito fotografada prendendo medalhas nos SEALs que o capturaram.

Em vez disso, temos um assassinato sem um corpo, que sob a lei classifica como nenhum assassinato, e uma história que foi alterada várias vezes pela própria Casa Branca dentro de 48 horas do suposto ataque e agora foi reescrita mais uma vez pela desinformação plantada sobre Hersh.

Talvez o lançamento de títulos de livros supostamente encontrado na suposta residência de Bin Laden em Abbottabad seja parte da explicação. Quem pode imaginar o “mentor do terror” sentado por ali, lendo o que o intitulado [presstitute, ver NT ] London Telegraph chama de biblioteca de teorias da conspiração de Bin Laden sobre 9/11 e políticas externas e econômicas de Washington? http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/al-qaeda/11619270/Osama-bin-Ladens-bookshelf-featured-conspiracy-theories-about-his-terror-plots.html

Tenha em mente que a afirmação do governo de que esses livros estavam na biblioteca de Bin Laden em Abbottabad vem do mesmo governo que disse que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa, que Assad usou armas químicas, que o Irã tem um programa de armas nucleares, e que a Rússia invadiu a Ucrânia. Não há evidência alguma de que Bin Laden tinha esses livros, assim como não há nenhuma evidência para qualquer reclamação feita por Washington. Na ausência de provas, a posição de Washington eleva-se a isto: “É verdade se dissermos que sim.”

Eu seria capaz de apostar que a história de Hersh foi plantada, a fim de tornar mais emocionante para um interesse renovado na saga Bin Laden, que então pode ser usada para desacreditar críticos de Washington. Observe que os autores na suposta biblioteca de Bin Laden são aquelas pessoas cuidadosas e bem informadas que têm chicoteado severamente Washington com a verdade. Os manejadores do chicote são Noam Chomsky, David Ray Griffin, Michel Chossudovsky, Greg Palast, Michael Scheuer, William Blum. Entenda bem uma coisa. Você não deve acreditar nestes contadores de verdade, porque Bin Laden os aprovaria e teria os livros deles em sua biblioteca. Por extensão, será que estes contadores de verdades seriam acusados de cumplicidade com o terrorismo?

Obama afirma ter assertado as contas com a máfia ao estilo e apadrinhada por Bin Laden pelo 11 de Setembro. Mas não há nenhum corpo e nem mesmo uma história consistente sobre o que aconteceu com o corpo. Os marinheiros a bordo do navio a partir do qual a Casa Branca informou que a Bin Laden restou um sepultamento no mar, não existe tal relatório de que o sepultamento ocorreu. A unidade SEAL que supostamente forneceu a equipe que matou um Bin Laden desarmado e indefeso foi misteriosamente dizimada em um acidente de helicóptero. Acontece que os SEALs foram levados para o combate contra os talibãs em uma antiguidade, um helicóptero de meio século de idade dos anos 60. Os pais dos SEALs mortos fazem suas exigências pelas perguntas sem respostas respondidas, uma história que a mídia tem intitulado [ver NT] convenientemente declinando à conveniência de Washington.

Diferente do 11 de Setembro em si, nunca um evento importante como o assassinato de bin Laden teve um enorme número de oficiais contradições e explicações quase-oficiais, perguntas não respondidas e tantas evasões. E o grande número de evasões e contradições não despertam nenhum interesse por parte dos meios de comunicação ocidentais ou do público americano sonolento e despreocupado.

Agora verifica-se que Washington tem “perdido” os “arquivos da morte” de Bin Laden protegendo, assim, em perpetuidade a história fabricada do assassinato de Bin Laden.

http://www.globalresearch.ca/pentagon-orders-purge-of-osama-bin-ladens-death-files-from-data-bank/5342055

Aqui está a entrevista de Tom Hartman com David Ray Griffin: bin Laden está vivo ou morto:

Aqui está o artigo OpEdNews de Philip Kraske sobre a orquestrada entrevista “60 Minutes” de Steve Kroft com Obama sobre a morte de Osama bin Laden: http://www.opednews.com/populum/printer_friendly.php?content=a&id=143300

Sobre o autor: Dr. Paul Craig Roberts foi Secretário Assistente do Tesouro para Política Econômica e editor associado do Wall Street Journal. Ele era colunista da revista Business Week, Scripps Howard News Service, e Creators Syndicate. Ele teve muitos compromissos universitários. Suas colunas de internet têm atraído seguidores em todo o mundo. Livros mais recentes de Roberts são The Failure of Laissez Faire Capitalism and Economic Dissolution of the West e How America Was Lost.

Autor: Paul Craig Roberts

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

[NT – Nota do tradutor]: presstitute – Um termo cunhado por Gerald Celente e frequentemente usado por jornalistas independentes e escritores nos meios de comunicação alternativos em referência aos jornalistas e cabeças falantes na grande mídia que dão visões parciais e predeterminadas em favor do governo e corporações, negligenciando, assim, o seu dever fundamental de relatórios notícias imparcial. É uma junção de imprensa e prostituta.

Fonte: http://www.informationclearinghouse.info/article41977.htm