Irã ajuda a Síria a criar uma milícia popular de 100.000 homens.


Um comandante do Corpo dos Guardiões da Revolução Islâmica, o general Mohammad Ali Yaafari, anunciou que 100.000 milicianos das Forças Populares foram preparados na Síria e ressaltou o papel do general do CGRI Hossein Hamadani, recentemente caído mártir na Síria, na mobilização destas tropas.

“O general de brigada Hossein Hamadani teve um papel importante para convencer os responsáveis sírios da importância de organizar o povo com a finalidade de salvar a Síria”, disse Yaafari em uma entrevista televisiva no sábado.

“Hoje, somos testemunhas da organização de 100.000 sírios para lutar contra o terrorismo e o general Hamadani teve um papel efetivo a este respeito”, acrescentou.

Em declarações na terça-feira, o ministro de Defesa iraniano, o general de brigada Hossein Dehqan, ressaltou que os especialistas e conselheiros militares iranianos estavam adotando medidas que levarão à total aniquilação dos grupos terroristas takfiris, incluindo os terroristas do Estado Islâmico, na Síria.

Dehqan fez estas declarações numa cerimônia em Teerã para comemorar o martírio do general Hamadani, que morreu no norte da Síria no dia 9 de outubro.

Ele se referiu ao novo plano conjunto de Irã, Síria, Iraque e Rússia para destruir o Estado Islâmico e disse que “no momento atual estamos sendo testemunhas de novos acontecimentos na Síria graças aos esforços e medidas adotadas pelo mártir Hamadani”.

“Se Dios quiser, estes desenvolvimentos pavimentarão o caminho para a completa aniquilação dos grupos takfiris”, disse Dehqan.

O general Hamadani morreu no norte da Síria quando proporcionava serviços de assessoramento às forças sírias que lutam contra o terrorismo na região.

O general Yaafari disse na segunda-feira da semana passada que os grupos terroristas na Síria sofrerão grandes perdas em breve. “Seremos testemunhas de grandes vitórias na Síria nos próximos dias”, disse Yaafari.

Ele frisou que a segurança na Ásia Ocidental depende da Síria e do eixo de resistência. “Devemos apoiar esta frente com toda a nossa força”, afirmou. Ele acrescentou que “as potências arrogantes buscam derrubar o atual sistema governante na Síria para extender sua influência nos estados muçulmanos”.

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Almanar