Segredos russos que os EUA e a OTAN não têm idéia.



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Nos últimos meses, não passa um dia sem a mídia ou os líderes ocidentais tentarem difamar a Rússia, sua economia e as suas tentativas para alcançar a paz e a estabilidade em regiões vulneráveis. Mas seu zelo e entusiasmo estão inicialmente condenado ao fracasso. Por quê? A resposta é simples: a Rússia tem seus segredos.

Cartas na manga.

Segredo número um que não dá trégua aos falcões norte-americanos: O poder da Rússia. Ninguém vai ficar contra um oponente fraco. O poder militar da Rússia e suas possibilidades nesta área é um cavalo indomado para os EUA e a OTAN, já que as capacidades militares da Rússia são enormes e ninguém está plenamente consciente do poder real na Rússia.

Basta alguns exemplos: os sistemas de defesa aérea russo S-300 e S-400, provocam indignação e pânico no Ocidente, porque eles não gostam do fato de que esses sistemas de defesa estão criando “zonas proibidas” para seus ataques.

Há também a quinta geração do avião de combate russo T-50 (PAK FA), que já estabeleceu uma subida recorde mundial de velocidade. As características técnicas do bombardeiro são mantidas em segredo, no entanto, é conhecido que correspondem aos requisitos de uma aeronave de quinta geração.

Tenho certeza de que alguns exemplos são suficientes para demonstrar a variedade de surpresas que Moscow tem preparado para proteger sua soberania, enquanto a OTAN continua a acumular armas perto da fronteira com a Rússia.

Em 2012, a Comissão Militar Industrial da Rússia, começou a desenvolver um novo programa de armamento para 2016-2025 realizando várias reformas militares que ninguém suspeita.

Surpresas financeiras inesperadas

A segunda incógnita para os EUA e a OTAN é a economia da Rússia. Não seria verdade dizer que o país não passa por dificuldades. A economia da Rússia depende do petróleo, cujo preço sofreu uma queda drástica nos últimos meses.

Mas estas dificuldades não são do tamanho que sonhou o Ocidente, ao contrário, estimulou processos de renovação econômicas graças às ações tomadas pelo Banco Central da Rússia e dos ministérios responsáveis ​​pelos assuntos econômicos. É possível mencionar aqui a política russa de substituição de importações, o desenvolvimento de setores essenciais para a economia nacional como a agricultura, a regulação da inflação, etc.

Além disso, o Ministério das Finanças russo propôs novas regras orçamentais: atualmente se discute renovado suporte para o rublo por causa dos baixos preços do petróleo. A iniciativa prevê a repartição das receitas do petróleo para o Fundo de Reserva e o Fundo Nacional de Segurança Social, quando os preços do petróleo ultrapassarem o nível de 50 dólares por barril.

Além disso, não se pode esquecer as reservas de ouro da Rússia. Em janeiro de 2016, a quantidade de reservas internacionais de ouro e moeda da Rússia aumentou em 3,2 bilhões de dólares, para chegar a 368,3 bilhões de dólares, informou o Banco Central da Rússia.

O último mas não menos importante

O terceiro sigilo absolutamente desconhecido para o Ocidente é a Carta das Nações Unidas e o direito internacional. Enquanto a Rússia luta contra o terrorismo e busca a solução da crise síria através de um processo aberto, os membros da OTAN como a Turquia diálogo continuam seus ataques e os falcões norte-americanos preparam um “plano B” para a Síria.

E tudo isso acontece à luz da alegada operação da coligação internacional contra o terrorismo e os planos da Arábia Saudita para iniciar uma intervenção terrestre na Síria, que são totalmente ilegais pela simples razão de que o governo desse país não pediu a Washington ou a qualquer outro país, exceto a Rússia, qualquer assistência militar neste país soberano, algo fora do quadro jurídico internacional.

Durante a sua intervenção no âmbito da Assembléia Geral da ONU em setembro passado o presidente russo Vladimir Putin condenou as ações dos países que optaram por meios violentos de intervenção em países como Síria, Iraque e Líbia, criando o caos político e um vácuo que, posteriormente, ocupou os terroristas.

“Alguns países começaram a pensar que, se eles são fortes podem ignorar a ONU”, disse o presidente russo criticando a decisão de agir sem a organização. “A interferência agressiva causou uma destruição total e catástrofe social”, disse ele, também condenando a “exportação” das “chamadas revoluções democráticas”. “É impossível continuar mantendo a ordem mundial que está no mundo”, insistiu o líder russo.

Parece que os EUA, a OTAN sonham mergulhar a Rússia em problemas, mas nunca vão conseguir pois a Rússia continuará seu curso de honestidade, diálogo aberto e conformidade com as leis internacionais.

A única coisa que resta é a esperança de que o exemplo da Rússia torne-se contagioso e o Ocidente pense novamente, esquecendo os seus jogos hipócritas e seus interesses mercantis pelo bem comum.


Autora: Liliya Khusainova

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: RT.com

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