Submarinos russos roubam superioridade naval dos EUA.


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Os novos submarinos russos questionam o domínio da frota de submarinos dos Estados Unidos. Através do reforço da presença russa no Atlântico, o Pentágono vê sua supremacia contrariada, informa a CNN. “Mais uma vez estamos nos tempos em que devemos ter em conta que há um adversário capaz de nos desafiar no campo submarino, e que a nossa superioridade submarina não é garantida”, disse o comodoro da Marinha dos EUA, Ollie Lewis, citado pela imprensa norte-americana.

O mais recente submarino americano da classe Virginia é considerado como um “canivete suíço” entre os submersíveis. Ele é capaz de executar uma ampla variedade de tarefas – da realização de missões de reconhecimento a lançamento de torpedos e mísseis contra alvos submarinos e terrestres. A marinha dos EUA considera os submarinos da classe Virginia como os submarinos mais modernos da atualidade.

No entanto, estes navios poderosos, em breve enfrentarão um novo desafio: o projeto de submarinos russo Yasen. Entre todos os rivais submarinos de Washington, o Yasen russa é o mais silencioso, disse Michael Kofman, especialista do Centro Wilson.

“Na realidade a Marinha dos Estados Unidos não tem certeza de que pode detectar o Yasen”, acrescentou.

Os militares dos EUA têm repetidamente destacado a atividade aumentada de submarinos russos, particularmente no Triângulo Gronelândia-Islândia-Grã-Bretanha, a rota marítima fundamental para reforçar as tropas dos EUA na Europa. Não só esta atividade é “uma mensagem política”, mas também uma importante fonte de experiência para as tripulações russas, disse o comandante do submarino norte-americano Missouri, Fraser Hudson.

Ao mesmo tempo, após o fim da Guerra Fria, o potencial anti-submarino dos EUA e de seus aliados se atrofiou “por não ser necessário”. Então, hoje o Pentágono, que ainda tem um número maior de submarinos que outras nações devem prestar mais atenção e recursos para restaurar suas habilidades perdidas e manter a sua liderança nas águas, concluiu a CNN.

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Almanar

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