EUA vão manter a presença militar no Mar Negro, apesar das críticas da Rússia.


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EUA vão manter a sua presença no Mar Negro, apesar da Rússia considerar esta ação como uma ameaça à segurança regional, anunciou o secretário da Marinha dos EUA, Ray Mabus, citado pela Reuters.

“Temos a intenção de ficar lá”, disse Mabus. “A principal razão pela qual nós estamos lá é para conter uma possível agressão.”

A presença permanente da OTAN no Mar Negro “terá um caráter desestabilizador” e “afeta a segurança na região”, respondeu às declarações dos EUA, Andrei Kelin, diretor do Departamento de Cooperação da Europa do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Por sua vez, Mabus salientou que os EUA está em conformidade com a Convenção de Montreux sobre a passagem do Estreito. De acordo com o documento, os navios militares de países que não pertencem à região do Mar Negro não devem ficar lá por mais de 21 dias.

A OTAN inclui vários países do Mar Negro, como a Turquia, a Romênia e a Bulgária. Na Cúpula em Varsóvia estima-se que Ankara e Bucareste insistam em uma maior presença das forças da OTAN neste mar.

Bulgária rejeita o plano.

Bulgária, por sua vez, recusou-se a aderir ao plano.

“Eu sempre disse que queria ver no Mar Negro, barcos de pesca, iates, grandes barcos com turistas, mas não um domínio das ações militares… eu não quero uma guerra no Mar Negro”, disse o primeiro-ministro búlgaro Boiko Borisov.

As relações entre a Rússia e o Ocidente deterioraram-se após a crise ucraniana e particularmente após a reunificação da Criméia com a Rússia.

Para a Rússia, o alargamento da Aliança e sua infra-estrutura militar perto das fronteiras russas representam uma ameaça à segurança nacional.

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Almanar

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