A ideologia de gênero a serviço do mal e do dinheiro.


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Está na moda denegrir e minar as bases da família, o núcleo básico de nosso tecido social.

Em nome do progresso e de frente a uma dormente sociedade, sua destruição é implementada. A chamada família tradicional é o pilar da civilização ocidental e tem como mandato a materialização fecunda e progressiva inscrita no “frutificai e multiplicai” genésico e dirigido pelo mesmo instinto de sobrevivência da espécie humana.

Como a globalização econômica implica marcos de desconstrução das estruturas sócio-econômicas tradicionais e particularidades culturais, a fim de impor um consumidor universal sobre o modelo de “homo economicus”, o liberal-progressismo, sempre dependendo do que pretendem as elites da Plutocracia Internacional, visa a destruição das estruturas familiares tradicionais em favor de um tipo de modelo baseado no desejo individual e sem obstrutores.

O suporte sintético e dinamizador do projeto globalista é a chamada ideologia de gênero, em nome da liberdade, da igualdade e contra a discriminação, pretende dissolver gradualmente a diferenciação natural, biólogico-genética e conciencial da existência e funcionalidade positiva dos sexos masculinos e femininos e a edificação da família matriciada neles.

Buscando modificar o natural como modelo normativo e substituir a arbitrariedade do homem e suas muitas paixões expressas em “paradigmas” se conduz com categorias semânticas e mecânicas próprias da engenharia social, realçando o sentimentalismo para encobrir ou substituir a lógica da verdade; colocando a imagem e o discurso acima da Inteligência.

Alguns dos defensores da ideologia de gênero totalitário são:

Alfred Charles Kinsey, especialsita em entomatologia, financiado pela Fundação Rockefeller, publicou entre 1948 e 1953 dois de seus trabalhos inter-relacionados conhecidos como o “Relatório Kinsey”.

Neles pretendem abordar como científico e inquestionável o conceito de que as crianças são sexualmente ativas desde o nascimento, pode fazer sexo em qualquer idade e incesto ou relações entre crianças e adultos não são insalubres. Também destaca que a bissexualidade é a “orientação sexual normal para as pessoas normais e sem inibições. Segundo essa tese, as pessoas são, basicamente, pansexuais. ”

Constituindo a heterossexualidade como “inibições anormais e de produto cultural e condições sociais.”

Paul Gebhard, um membro da equipe colaborativa de Kinsey, admitiu que os achados patológicos de Alfred foram resultantes de estudos com erros metodológicos e dirigidos voluntariamente para alcançar dados conceituais desprovidos da realidade objetiva ( “55 por cento eram prisioneiros. Não tivemos pessoas de fora da prisão para fazer a comparação, mas -Kinsey- não comparou, simplesmente tomou a amostra de prisioneiros que tinha e usou junto com a amostra de pessoas com escolaridade abaixo da universidade.”1

Gebhard também teve que reconhecer que o estudo contou com a ajuda de pedófilos.2

Judith Butler, é outra referente para a ideologia de gênero radical. É apoiada e sustentada por fundações capitalistas como Guggenheim, Rockefeller e Ford.

Feminista incorrigível, Butler na seu livro base “O Genero em disputa. O feminismo e a subversão da identidade”, publicado pela primeira vez em 1990, considerou o sexo como um bem social e não natural, observando que a antropologia não marcou qualquer diferenciação a este respeito.

Para Butler e todos os devotos da ideologia de gênero a sexualidade é uma construção sexual performativa e, portanto, pode ser desconstruída e transgredida de maneira indefinida.

Então, hoje uma criança pode optar por ter o “genero feminino” e, ao longo do tempo, pode optar por uma “cirurgia” para parecer-se mais -sempre exteriormente- ao sexo feminino e se isso não o satisfaz, poderia posteriormente alterar de “gênero” as vezes que seus caprichos, vaidade e patologia exigirem… e sua capacidade de dinheiro lhe permita, é claro.

Porque nessa trama prejudicial para a humanidade, além das pessoas que querem deixar de ser homens e mulheres naturais; mais além de ideólogos e ideologizados e de globalistas que procuram assenhorear-se absolutamente no mundo, existem aqueles que coletam fortunas para seus clientes adicionarem o que sua “satisfação de genero” precisa.

Por exemplo, e de acordo com várias fontes confiáveis, a cirurgia de modificação do “sexo” faturaria anualmente no mundo um pouco mais de 557 milhões de dólares, sem contar o custo dos tratamentos hormonais e drogas antes e depois da operação .

Além disso, de acordo com Reaserch and Markets, a indústria de inseminação artificial arrecadou 15,5 bilhões de dólares em 2010 e, muito provavelmente, em 2017 a rentabilidade deverá atingir 19,2 bilhões de dólares.

Em suma, a ideologia de gênero mencionada é nada mais do que um cavalo de Tróia para confundir, enganar e prejudicar os seres humanos; subverter e enfraquecer as comunidades históricas e quer substituir a ordem natural para atingir a meta de supremacia do imperialismo internacional do dinheiro, inimigo de Deus e do homem.

Referências:
[1] Paul H. Gebhard e Alan B. Johnson: Os dados de Kinsey: Tabulações marginais de 1938-1963, Entrevistas realizadas pelo Instituto de Pesquisa Sexual. Indiana University Press (22 de Maio, 1998)
[2] Judith Reisman, Sabotage Sexual: Como um cientista louco desencadeou uma praga da corrupção e do contágio na América. WND Books; 1 edição (20 de Julho de 2010).

Autor: Diego Pappalardo

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Katehon

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