Governo britânico paga jornalistas para divulgar notícias contra a Síria.


O ex chefe do estado maior britânico denuncia a política anti-Siria.

O general Richard Dannatt, chefe do Estado-Maior britânico entre 2006-2009 e posteriormente conselheiro pessoal do atual primeiro minitro David Cameron, criticou fortemente a posição do Reino Unido contra a Síria.

De acordo com Lord Richard Dannatt, atual “Conde da Torre de Londres”, o governo britânico está cometendo um grande erro ao apoiar os jihadistas, cuja derrota é agora inevitável. Ele observa que Londres deve, portanto, seguir o exemplo da Rússia e aproximar-se imediatamente da República Árabe Síria.

O Reino Unido implantou secretamente na Síria unidades do Special Air Service (SAS, as forças especiais britânicas) aconselhando vários grupos jihadistas, como Yesh al-Islam (“Exército do Islã”), o grupo armado financiado pela Arábia Saudita que bombardeia diariamente civis em Damasco, a capital da Síria. ¹

O governo britânico pagou jornalistas para divulgar propaganda anti-Síria.

Uma agência de notícias turca revelou que Londres está pagando centenas de milhares de dólares a uma organização de publicidade na Turquia para lançar propaganda contra o governo sírio.

A agência de notícias SANA citou o diário IBC dizendo que o governo britânico está pagando 17.000 dólares a cada jornalista da organização chamada RFS na Turquia, que é administrada por cidadãos ocidentais, para que produzam artigos, videos e clipes contra o governo sírio.

O diário informou que um dos jornalistas do diário Al Sharq al Ausat que falou anonimamente e confirmou que um dos seus amigos norte-americanos lhe propôs 17.000 dólares mensais se aceitasse difundir propaganda contra o governo sírio, mas ele rejeitou a oferta.

A organização não é a única ação da Grã-Bretanha e outros estados ocidentais na Turquia contra Síria.

Apenas 12 meses após um plano similar norte-americano ser suspenso, as tropas britânicas anunciaram planos em outubro de retomar o treinamento do que seu governo chama “rebeldes sírios moderados”.

Um ano depois que o programa caro de treinamento liderado pelos EUA afundou depois de não ter treinado quase ninguém, quase 20 militares britânicos se uniram a outro plano para ensinar aos terroristas sírios “moderados” exercicios básicos de infantaria, medicina no campo de batalha e formas de evitar minas e armadilhas explosivas. ²

Leia também: 850 britânicos juntaram-se ao Estado Islâmico e outros grupos na Síria e no Iraque.

Leia também: A hipocrisia Ocidental: Tropas britânicas entram na Síria e na Líbia para garantir que a guerra sobreviva e nunca acabe.

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fontes: ¹ Voltairenet.org ² Almanar

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