Como será a vida no futuro: a mudança das leis, a criação do ambiente selvagem, o crime como ferramenta para controlar a cidade.


“… serão construídos edifícios e pontes que colapsarão depois de algum tempo, haverá mais acidentes de trens, aviões e automóveis. Tudo isso para contribuir para o sentimento de insegurança, de que nada está certo. Não haverá compaixão com aqueles que ficam para trás na selva das drogas e dos bairros degradados.”

Acompanhe a série “Como será a vida no futuro: A Agenda Oculta da Nova Ordem Mundial” publicada todos os domingos em Dinâmica Global.

Na publicação anterior foi falado que as religiões antigas terão que desaparecer e que todas as religiões serão unidas em uma. E também que a educação será ferramenta para acelerar o aparecimento da puberdade e da evolução. Ficarão mais tempo nas escolas e universidades mas “sem aprender nada”. Os alunos vão ter que decidir cada vez mais cedo o que desejam estudar e focar em suas respectivas carreiras tão logo se qualifiquem. Será mais difícil mudar para outra área de estudos, uma vez que a pessoa tenha começado. A educação vai ser vitalícia. Os adultos vão ter que estudar também pois sempre haverá novas informações que os adultos vão precisar saber para manterem-se atualizados. Quando já não for capaz de manter o ritmo, chegou o momento de tomar a pílula da morte. Referente à revisão dos livros clássicos e a revisão da Bíblia, ele disse: “alguns livros simplesmente desaparecerão das bibliotecas”.

A seguir está a continuação dos temas tratados por Dr. Richard Day numa conferência de medicina em 1969, que revelam as mudanças já planejadas há muito tempo e vão atingir todos os aspectos da vida das pessoas no Século 21. Esta matéria é a continuação de Como será a vida no futuro: o ensino como ferramenta de doutrinação, livros serão proibidos, adulteração da bíblia, uma religião única, das gravações do Dr. Lawrence Dunegan e relacionadas com uma conferência que ele participou em 20 de março de 1969 ministrada pelo Dr. Richard Day em Pittsburg, nos Estados Unidos a um auditório de 80 médicos presentes.

As leis serão mudadas.

Outra área de discussão foi a de que as leis terão que ser mudadas. Nessa época, muitos estados tinham leis religiosas para os domingos e certas atividades aos domingos. Ele disse que estas leis de atividades religiosas aos domingos seriam atacadas. As leis que proibiam as apostas seriam mais frouxas, de forma que o vício do jogo aumente. Ele então disse que os governos dos países seriam dedicados às apostas, eles mesmos. Desde essa época as loterias estatais começaram a invadir o país. E nessa época já nos havia sido dito que esse seria o caso. “Porquê todo o dinheiro das apostas ir para mãos privadas quando o estado podia beneficiar-se dele?” Foi a lógica usada. As pessoas devem poder apostar, se assim o desejar. Então isso vai se tornar uma atividade civil e não privada, nem muito menos ilegal. As leis de falência serão alteradas. Eu não me lembro dos detalhes, mas simplesmente que serão mudadas. Sei que depois desse momento já foram trocadas. As leis anti-monopólio, antitruste, serão mudadas, interpretadas de forma diferente, ou ambas as coisas ao mesmo tempo. Em conexão com a mudança das leis antitruste, houve uma afirmação nesse sentido e era de que a concorrência ia aumentar. Mas seria um aumento de concorrência, sob circunstâncias controladas. Portanto, não é concorrência livre. Lembro-me de ter tido a impressão de que era um tipo de competição como de membros de um clube. Não haveria ninguém por fora do clube com possibilidades de competir. Algo como equipes competindo em uma liga esportiva profissional – se um está na NFL ou na Liga Nacional de Beisebol – um compete no campeonato mas a liga está de acordo com as regras para concorrer – não é uma competição livre.

Incentivo ao abuso de drogas para criar um ambiente selvagem.

O uso de drogas vai aumentar. O uso do álcool aumentará. Os esforços para aplicar as leis contra as drogas aumentam. Ao ouvir isso pela primeira vez, me soou como uma contradição. Por que incrementar o abuso de drogas e, simultaneamente, aumentar a aplicação das leis contra o abuso de drogas? A ideia é que, em parte, a disponibilidade aumentada de drogas gera uma espécie de lei da selva, onde o fraco e o que não se ajusta é descartado. Se fez a seguinte declaração neste momento: “Antes que a Terra tivesse época, havia uma lei da selva, por meio da qual apenas os que se encontravam em forma sobreviviam. Você tinha que ser capaz de proteger-se a si mesmo, dos elementos, dos animais selvagens e das doenças. E se você estava em forma, sobrevivia. Mas agora já estamos tão civilizados – e os que não estão em forma são capazes de sobreviver somente às custas daqueles que estão mais em forma”. As drogas abusivas então, restaurarão, de certa forma, a lei da selva e a seleção dos que estão em melhor forma para sobreviver. As notícias sobre o abuso de drogas e a aplicação das leis manterão as drogas nas mentes das pessoas, e tenderão a reduzir essa complacência norte-americana não garantida de que o mundo é um lugar seguro, um lugar amigável.

As pessoas vão abusar do álcool.

O mesmo acontece com o álcool. O abuso do álcool será fundamentado e desmotivado. Os vulneráveis e os fracos de responder a estas motivações e, portanto, usarão e abusarão mais do álcool. Dirigir embriagado vai se tornar um problema cada vez maior e, portanto, leis mais rigorosas para condução sob o efeito do álcool serão estabelecidas de forma que mais e mais pessoas perderão seus privilégios para dirigir.

Restrições às viagens.

Isso também tinha algum tipo de ligação com algo que trataremos mais adiante e são as restrições às viagens. Nem todos terão liberdade para viajar da forma como se faz hoje em dia nos Estados Unidos da América. As pessoas não tem a necessidade de viajar dessa maneira. É um privilégio! Da forma como foi explicado, era algo arbitrário. De novo, muito mais da forma em que os serviços psicológicos tornaram-se disponíveis para ajudar aqueles que se tornem dependentes do álcool e das drogas. A idéia é que, para promover este conceito – o abuso das drogas e do álcool, para descartar a quem não está em forma – também aqueles que se encontrem em forma estarão sujeitos a viciar-se. Se estão embriagados podem procurar ajuda psicológica e se beneficiar dela. Então, este conceito foi apresentado como um valor redentor por parte dos planejadores. É como se ele estivesse dizendo: “Você acha que nós somos maus por promover estas coisas malignas, mas não, repare o quão bons nós somos, nós também oferecemos a solução!”.

A necessidade de mais prisões e o uso de hospitais como prisões.

Se necessitar de mais presídios. Os hospitais podem servir como prisões. Novas construções de hospitais serão projetadas de forma que possam ser usadas como prisões.

Não haverá mais segurança.

Nada é permanente. As ruas vão ser alteradas, rebatizadas. As áreas que você não tenha visto recentemente lhe parecer pouco familiares. Entre outras coisas, isso vai contribuir para que os idosos sintam que é tempo de partir; as pessoas vão sentir que não são capazes de se adaptarem às mudanças, inclusive em áreas que lhes eram familiares. Os edifícios abandonados permanecerão vazios para deteriorarem-se; as ruas se permitirá que se deteriorem em determinadas áreas.

O objetivo é gerar um ambiente de selva, de atmosfera deprimente para os que não estejam em forma. Em conexão com isso, em algum ponto da conferência, ele mencionou que serão construídos edifícios e pontes que colapsarão depois de algum tempo, haverá mais acidentes de trens, aviões e automóveis. Tudo isso para contribuir para o sentimento de insegurança, de que nada é certo. Não muito tempo depois dessa apresentação, tivemos um par de casos inclusive acho que antes da apresentação, na área em que eu vivo, tivemos uma nova ponte que desabou e outra nova ponte cujos defeitos se descobriram antes que colapsasse e lembro-me de ter lido sobre incidentes isolados em todo o país que tinham a ver com centros comerciais que colapsaram estando cheios de compradores. Lembro-me de que o centro comercial de nossa área foi o primeiro edifício em que entrei, do tipo de edificação em que um sente a vibração quando há muita gente, e lembro-me de ter pensado na época se esta seria uma dessas construções das que ele tinha falado. Ao falar com os construtores e arquitetos sobre este assunto, eles dizem: “Não, não. Quando os edifícios vibram assim é algo bom, pois isso nos indica que a edificação é flexível e não rígida”. Pode ser que sim; já o veremos. Outros setores da cidade serão mantidos muito bem. Nem todas as áreas da cidade serão favelas.

O crime como ferramenta para controlar a cidade.

Haverá favelas fabricadas e outras áreas bem conservadas. As pessoas que possam deixar favelas e viver em melhores áreas aprenderão a apreciar melhor a importância dos feitos humanos. Isto quer dizer que, se eles deixam a floresta e fazem parte da civilização, por assim dizer, de alguma forma, eles vão se sentir orgulhosos de suas próprias realizações, ao deixar para trás as drogas e as favelas. Em seguida, veio uma declaração surpreendente:

Leia também: O Auge da Destruição Criativa.

“Acreditamos que podemos delimitar o crime para as áreas deprimidas de forma que não se espalhará fortemente para as melhores áreas”. Devo ressaltar aqui que estas declarações entre aspas não são as palavras exatas, porque isso foi há vinte anos, mas quando eu digo algo entre aspas é porque estou dando a ideia geral, o mais próximo possível, mas talvez não de forma exata. De todas as maneiras, lembro-me de perguntar a mim mesmo como pode estar tão seguro de que o elemento criminoso vai permanecer onde se quer que ele permaneça. Ele continuou dizendo que a segurança vai ser necessária para que as melhores áreas. Isso significa mais policiais e melhores esforços coordenados da polícia. Ele não disse isso, mas eu sim, eu perguntei nesse momento, quais seriam as estratégias planejadas para consolidar todas as estações de polícia nos subúrbios das cidades principais. Parece-me que foi a John Birch Society, a que disse: “Apoie a sua polícia local, não permita que se consolidem”. Eu me perguntei se isso seria uma das coisas que ele tinha em mente. Não foi dito explicitamente. De todas as maneiras, ele continuou dizendo que teria uma nova indústria de sistemas de segurança para casa que estava a desenvolver com alarmes e fechaduras; alarmes estariam conectados com as estações de polícia, de forma que as pessoas possam proteger o seu património e o seu bem-estar, porque parte da atividade criminosa se verteria fora das favelas em áreas mais afluentes e de melhor aparência que fiquem como que mereçam ser arrombadas. De novo, isso foi dito com qualidade redentora: Olhe, nós estamos gerando mais crime, mas também estamos gerando os meios para que você se proteja do crime. Uma espécie de padrão repetitivo durante toda a apresentação foi o reconhecimento do mal e, em seguida, o item do perdão como se eles fossem a solução.

Acompanhe a sequência do documentário, “Como será a vida no futuro: A Agenda Oculta da Nova Ordem Mundial.” Uma série oferecida por Dinâmica Global e publicada todos os domingos.

Publicado em dinamicaglobal.wordpress.com

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