Como será a vida no futuro: a eliminação da feminilidade, a promoção da violência e do sexo, a restrição às viagens e a identificação implantada.


“Já está planejado que, mais tarde, uma espécie de dispositivo será desenvolvido para ser implantado sob a pele, que terá os códigos específicos para identificar o indivíduo.”

Acompanhe a série “Como será a vida no futuro: A Agenda Oculta da Nova Ordem Mundial” publicada todos os domingos em Dinâmica Global.

Essa parte da série mostra alguns acontecimentos já vivenciados no presente momento e não mais esperados para o futuro. Por exemplo, as meninas não vão mais brincar de bonecas, as bonecas não serão promovidas porque as meninas não devem estar pensando em reproduzir-se. A violência será mais gráfica. Isto tem a intenção de fazer que as pessoas percam a sensibilidade para a violência. Quanto à música: “A música vai ficar pior”. Os filmes serão gradualmente mais explícitos em relação ao sexo e à linguagem. O entretenimento torna-se uma ferramenta para influenciar a juventude. As viagens para as pessoas de idade se tornarão cada vez mais restritas. As pessoas vão precisar de permissão para viajar e ter uma boa razão para viajar… todas as pessoas serão identificadas.

A seguir está a continuação dos temas tratados por Dr. Richard Day numa conferência de medicina em 1969, que revelam as mudanças já planejadas há muito tempo e vão atingir todos os aspectos da vida das pessoas no Século 21. Esta matéria é a continuação de Como será a vida no futuro a desindustrialização a destruição das raízes sociais, os esportes como ferramenta para a mudança social e o controle das armas, das gravações do Dr. Lawrence Dunegan e relacionadas com uma conferência que ele participou em 20 de março de 1969 ministrada pelo Dr. Richard Day em Pittsburg, nos Estados Unidos a um auditório de 80 médicos presentes.

Eliminação da feminilidade, das bonecas e jogos de chá.

Muito importante no tema dos esportes são os esportes femininos. As mulheres serão mais atuantes nos esportes. As bonecas vão continuar existindo, algumas, mas não vão ser facilmente achadas em variedade e quantidade. As bonecas não serão promovidas porque as meninas não devem estar pensando em reproduzir-se. As meninas devem estar em campos esportivos, da mesma forma que fazem as crianças. Os meninos e as meninas não vão realmente ser tão diferentes. Os jogos de chá tomarão o mesmo rumo das bonecas. Todas essas coisas que tradicionalmente se pensavam como femininas perderão ênfase à medida que as mulheres tomem rumos mais masculinos. Outra coisa que me lembro é que as páginas esportivas estarão cheias de resultados de equipes femininas de mãos com as equipes masculinas. Isso recentemente começou a aparecer depois de 20 anos em nossos jornais locais. Os resultados dos times femininos andam de mãos dadas com os resultados dos times masculinos. Então, tudo isso está, naturalmente, para mudar o papel modelo para o qual as mulheres jovens devem seguir. Enquanto estiver em idade de crescimento uma mulher deve pensar em ser esportista ou atleta, em vez de sonhar em ser mãe.

O sexo e a violência incutidos por meio do entretenimento.

A indústria do entretenimento e os filmes cada vez serão mais explícitos quanto ao sexo e a linguagem. Afinal, o sexo e a linguagem são reais e por que fingir que não são? Haverá filmes de sexo no cinema e na televisão. Os VCR não existiam naquela época, mas ele disse que as fitas estariam disponíveis e que os leitores de vídeos estarão disponíveis para ser usados em casas, e que os filmes pornográficos seriam de fácil obtenção como nos teatros e na televisão. Ele disse algo como que “qualquer um verá pessoas nos filmes fazendo qualquer coisa que você possa imaginar”. Ele continuou dizendo que a idéia era a de que o sexo fora completamente aberto. Esse foi outro comentário que se fez várias vezes – o termo “sexo completamente aberto”.

Violência gráfica.

Vídeo-game revela line-up, que é longa na violência gráfica.

Expo vídeo-game revela line-up a utilizar largamente a violência gráfica.

A violência será mais gráfica. Isto tem a intenção de fazer que as pessoas percam a sensibilidade para a violência. Pode ser que seja necessário que exista um período em que as pessoas testemunhem a violência real e sejam parte dela. Mais adiante ficará claro para onde se dirige tudo. Haverá violência mais realista e o entretenimento, o que fará com que as pessoas se ajustem mais facilmente. As atitudes das pessoas diante da morte mudará. As pessoas não temerão tanto, mas a aceitarão mais, as pessoas não vão sentir tanto terror de ver mortos ou feridos. Não precisamos ter uma população horrorizada pelo que vê. Eles simplesmente vão aprender a dizer, bem, eu não quero isso acontecendo comigo. Esta foi a primeira afirmação que insinuava que o plano incluía um grande número de mortes humanas, que os sobreviventes veriam. Este aspecto particular da apresentação voltou à minha memória alguns anos depois, quando saiu de um filme do Cavaleiro Solitário e levei para o meu filho assistir e desde o começo do filme foram cenas muito violentas. Uma das vítimas recebeu um tiro na testa, o filme reproduz o som real dos ossos cranianos ao se quebrar, e houve sangue em abundância. Lamentei ter levado esse filme ao meu filho tão jovem e me lembro de ter sentido raiva do doutor palestrante. Não é que ele tenha feito o filme, mas ele concordou em fazer parte deste movimento e o filme me deu asco e este aspecto de sua apresentação tomou vida em minha memória.

A música vai ficar pior.

Quanto à música, ele fez uma declaração muito direta. Algo assim como: “A música vai ficar pior”. Em 1969, a música rock estava ficando cada vez mais desagradável. Era interessante prestar atenção apenas às suas palavras “A música vai ficar pior”, reconhecendo que de fato já era ruim. As letras das músicas se tornam mais abertamente sexuais. A doce música romântica, já não seria promovida da mesma forma que havia sido escrita antes dessa época. Toda a música velha seria trazida de volta em certas estações de rádio e em gravações para que as pessoas adultas possam ouvir e os idosos terão suas próprias estações de rádio favoritas; quanto aos mais jovens, sua música favorita vai ficando cada vez pior em suas estações de rádio favoritas. Ele disse que um grupo não vai ouvir a música do outro grupo. Os adultos se recusarão a ouvir o lixo que escutam os jovens e os jovens, por sua vez, irão aceitar essa porcaria porque os identificará como geração e irá ajudá-los a sentirem-se diferentes dessa geração velha. Eu lembro de ter pensado na época que esse movimento não duraria muito, porque inclusive as pessoas jovens não iriam gostar de lixo uma vez que tivessem a oportunidade de ouvir a música antiga mais bonita. Infelizmente eu estava errado. Quando os jovens passam da adolescência para ter vinte anos, é possível que alguns deles melhorem seus gostos musicais, mas infelizmente o professor tinha razão. Eles costumam ouvir lixo e é tudo o que querem. A maior parte deles não suporta música realmente bonita.

O entretenimento é uma ferramenta para alterar a juventude.

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Ele continuou dizendo que a música teria uma mensagem para os jovens e ninguém sabe sequer qual era a mensagem; eles simplesmente poderiam pensar que era música estridente. Naquele momento eu não entendi muito bem o que ele quis dizer com isso, mas em retrospecto, eu acho que todos nós entendemos agora o que são essas mensagens ocultas em músicas para os jovens. De novo, ele tinha razão. Este aspecto ficou mais ou menos resumido com a noção de que o entretenimento será uma ferramenta para influenciar os jovens. Isso não mudará para os idosos, pois eles já estão estabelecidos em sua maneira de fazer as coisas, mas as mudanças serão dirigidas aos jovens que estão em seus anos de formação e a geração mais velha simplesmente seguirá o seu rumo. Não só não será possível mudá-los, como mudá-los já seria relativamente pouco importante de todas as formas. Uma vez que eles vivam suas vidas e já esteja a geração jovem uma vez formada, serão realmente importantes para o futuro no século 21. Ele também disse que todos os filmes velhos seriam trazidos de volta e me lembro de ter ouvido em minha mente os títulos de um grande número de filmes antigos. Eu me perguntei se esses iriam ser incluídos aos que eu pensei que seriam vistos de novo. Junto com trazer de volta a música e os filmes antigos para os mais velhos também haveria outros privilégios que agradariam os adultos: transporte gratuito, alívios em suas compras, descontos, isenção de impostos e uma série de privilégios, simplesmente porque são velhos. Isto foi expresso como uma espécie de recompensa para a geração que cresceu durante a depressão e tinha sobrevivido aos rigores da Segunda Guerra Mundial, e seriam recompensados com todas essas maravilhas, como foi o retorno da boa música velha e bons filmes de época que os ajudaria a viver tranquilamente seus últimos dias. Em seguida, a apresentação começou a mostrar algo sombrio, porque uma vez que essa geração passasse, e isso seria no final dos anos 80 e no início dos anos 90, na época em que estamos agora, a maior parte desse grupo já teria falecido e, portanto, teria que apertar mais as coisas e de forma mais acelerada. Os filmes antigos e a música velha seria retirada; o entretenimento de maior qualidade desapareceria.

Restrições às viagens e identificação implantada.

As viagens, ao contrário de serem fáceis para as pessoas de idade vão ficando cada vez mais restritivas. A pessoa vai precisar de permissão para viajar e vai ter que ter uma boa razão para viajar. Se você não tem uma boa razão para a sua viagem, não vai receber a permissão para viajar e todas as pessoas vão ter que ter identificação. Inicialmente, tratar-se-á de um documento de identificação que a pessoa carregará sempre consigo e terá que mostrá-lo quando for solicitado. Já está planejado que, mais tarde, uma espécie de dispositivo será desenvolvido para ser implantado sob a pele, que terá os códigos específicos para identificar o indivíduo. Isso eliminará a possibilidade de falsificar o documento de identificação e também eliminar a possibilidade de que o povo diga: “perdeu-se o meu documento de identificação”. A dificuldade da implantação destes implantes sob a pele é que o documento de identificação precisa permanecer sob a pele sem causar reação adversa do corpo pelo reconhecimento de um corpo estranho, o que poderia causar infecções ou rejeição e este dispositivo teria que ser de um material no qual a informação possa ser gravada e retirada por algum tipo de scanner, sem causar rejeição por parte do organismo. Foi mencionado o silicone. Pensava-se nessa época que o silicone era tolerável. É usado para aumentar o tamanho dos seios. As mulheres que sentem que seus seios eram muito pequenos se faziam implantes de silicone, o que é ainda uma prática comum. De qualquer forma, o silicone era vista na época como um material promissor para atingir dois objetivos: ser retido pelo corpo sem gerar rejeição e poder ter a informação acumulada de modo que os meios eletrônicos pudessem recuperar a qualquer momento.

Acompanhe a sequência do documentário, Como será a vida no futuro: A Agenda Oculta da Nova Ordem Mundial.Uma série oferecida por Dinâmica Global e publicada todos os domingos.

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Publicado em dinamicaglobal.wordpress.com

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