Capitalismo e desastres naturais.



O sistema capitalista tradicional, concorrencial, que dependia da existência do exército de mão de obra e do exército de consumidores, ambos constituídos pelas mesmas pessoas (cidadãos) não tinha maior interesse em grandes epidemias, grandes desastres naturais, etc.

Um, porque seria convocado a consertar os estragos, outro, porque reduzia o número de consumidores ou arrasava com seu poder de compra.

O Sistema Capitalista Transnacional, a forma superior do capitalismo, tem outra natureza e outra dinâmica. Propondo a volta ao monopolismo, acaba com a concorrência, o que se torna muito mais econômico e seguro: propondo a automação total da produção e dos serviços, dispensa fisicamente a mão de obra.

O que, em termos, aumentaria o número de excluídos a fazer pressão em cima dos abonados.

Essa desvantagem, porém, é compensada tanto pelo genocídio provocado pelas guerras permanentes, como pelo advento de catástrofes “naturais” e epidemias provocadas ou inventadas com a Ciência a seu lado (ao lado dos capitalistas).

Lembrem que o objetivo do projeto do Governo Mundial que se constrói, é reduzir a população humana a 500 milhões. Muita gente precisa morrer para chegar a esse ideal da Nova Ordem Mundial; e muita gente deve ser impedida de nascer – essa a razão do estímulo ao sexismo de homens e mulheres como inimigos entre si, e do homossexualismo, que contenta os pruridos eróticos de cada um, mas não ocasiona fecundações e nascimentos indesejados pelo Sistema.

Vejam como isso é diferente e oposto às estratégias anteriores do capitalismo tradicional, ao qual interessava a procriação caótica, porque aumentava o potencial da mão de obra de reserva, e a disponibilidade de buchas-de-canhão para lutar em guerras interessantes ao poder econômico.

Capitalismo é tirania. Parece que as pessoas, os partidos políticos, as entidades laborais esqueceram essa evidência.


Autora: Tania Jamardo Faillace, jornalista e escritora de Porto Alegre, RS

Texto esclarecedor, muito objetivo. Agradecimentos de dinâmica global pela redação da autora e ao Pedro Augusto Pinho pela sugestão da leitura.

Publicado em dinamicaglobal.wordpress.com

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