O projeto geral da Nova Ordem Mundial.


O crescimento demográfico não interessa mais ao Sistema Capitalista Transnacional como fator de crescimento econômico, com a automação tendendo a assumir todas as tarefas produtivas, e até mesmo, de serviços.

Por outro lado, a automação leva ao desemprego. O desemprego leva ao encolhimento do mercado consumidor.

Esse é o nó que constrange o poder econômico capitalista.

A saída encontrada, e que está em desenvolvimento há uns vinte anos, mais ou menos, é a Nova Ordem Mundial (NWO), que deverá ordenar esses desencontros com a desabilitação da política republicana e do exercício da cidadania, para voltar à sistemática colonialista.

Isso exige também uma redução radical da população, de 8 bilhões de pessoas a 500 milhões dentro de uma programação estrita e centralizada do Governo Mundial, que englobará/englobaria todo o hemisfério ocidental.

Considerando que hoje os principais negócios são (em valores): petróleo, armas e drogas, armas e drogas podem ser um bom meio de despovoar razoavelmente o planeta por meio de guerras, epidemias e desastres naturais provocados (inclusive climáticos) a serviço exclusivo dos mais ricos, que ainda se serviriam de mão de obra escrava para os serviços pessoais de cada um.

Verificamos, pois, que o crime organizado já não representa uma desviação da economia formal, mas faz parte dela, com funções definidas.

A todas essas, é também urgente coibir a reprodução natural – tanto mais exuberante quanto mais pobre a população, uma compensação natural que conhecemos bem – substituindo-a pela reprodução estrita através dos meios artificiais, hoje disponíveis, inclusive a clonagem, com a vantagem de permitir a intervenção genética sobre o produto (escravos mais dóceis, mais ou menos inteligentes, etc.)

Por outro lado a coibição da reprodução natural, se imposta por meios físicos (esterilização em massa ou assemelhado) seria muito cara, e exigiria uma dominação política muito dura, que certamente não seria bem aceita pela massa dos trabalhadores, desempregados e despossuídos, em excesso no planeta.

Assim, opta-se hoje pela revolução cultural e a promoção dos hábitos sexuais exóticos desde a infância, com a invenção do tal de “gênero”, que, a nível da ciência natural significa coisa muito diferente (uma das subdivisões das famílias animais e vegetais), e não costumes sociais e vestimentas de padrão diferenciado.

Isso está sendo conseguido pela dominação total da comunicação social, e a desinformação sistemática dos cidadãos das classes subalternas e até médias.

Mulheres com mulheres não se reproduzem e podem divertir-se, embora de uma maneira um tanto infantil; e homens com homens igualmente não se reproduzem, embora a atividade sexual anal sistemática ofereça riscos à saúde, inclusive pela falta de higiene envolvida na transação.

Tais informações não são veiculadas ao público em geral – é preciso pesquisá-las. A cunhagem de termos como a “homofobia”, etc., e a condenação à reeducação sexual das pessoas, mesmo quando o desejem, fazem parte do quadro. Verifica-se igualmente uma tolerância cada vez maior em relação à pedofilia e à corrupção sexual de crianças e menores em geral.

Sem informações corretas veiculadas a nível popular, os povos do hemisfério ocidental formam sua cultura quotidiana de acordo com os interesses do Sistema Capitalista Transnacional – um tanto diversos do Sistema Capitalista Tradicional (eis a controvérsia entre Trump e o Deep State, por exemplo).

E as esquerdas continuam a interpretar o mundo com dados superados de há muito. Assim, não acertam “uma”.


Autor: Tania Jamardo Faillace, jornalista e escritora de Porto Alegre, RS

Sugestão de leitura de Pedro Augusto Pinho.

Publicado em dinamicaglobal.wordpress.com

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