Você não foi alertado? Como encontrar a saída para salvar-se das mentiras desse século.


As mudanças dramáticas a acontecer neste século estão a desconstruir Estados, anular instituições, destruir povos e em especial o indivíduo e sua individualidade. Através da substituição de tudo com um manejo tirano mas sutil sem precedentes na História. No entanto, sem as distrações planejadas para as imposições passarem desapercebidas tais imposições por certo não se adaptariam nas sociedades mais resilientes, caso um julgamento preemptivo dos seus indivíduos ocorresse sobre tais imposições. Mas com todos os cuidados na preparação de um novo modelo de sociedade para pensar em série tendo sido promovido de um Governo oculto, a elucidação de cada indivíduo dependerá de seu entendimento sobre as mentiras desse século para ao invés de aceitar voluntariamente as imposições, rejeitar ser o ente escravo conduzido no rebanho. Nesse sentido vão os encaminhamentos a seguir.

Caminhando no limite ideal

Consideremos a proposição “é necessário percorrer um caminho para ser salvo”. Vamos considerar a idéia de caminho como percurso de um estágio a outro, tendo como referência um limite ideal que levará ao objetivo final salvar-se alcançado ao término do percurso.

Mas há o não-caminho e a diferença entre eles é que o caminho é delimitado pelo limite ideal, dado que é percurso definido sobre terreno e condições adequadas que levam ao objetivo. O não-caminho não é delimitado sobre limite ideal algum e essa percepção é imediata devido as consequências quando o indivíduo sai do caminho.

O limite ideal é o conjunto de condições seguras e adequadas tais como medidas justas e indispensáveis para se alcançar o objetivo sem sair do caminho. A partir desse entendimento é possível saber por percepção quando se está no caminho tendo o limite ideal como referencia.

Aqui, acessível e não-acessível são respectivamente percepções de um julgamento a partir da percepção de simples e de complexo, as analogias adjacentes são produto do pensamento de incerteza, ou seja, o problema da razão em legitimar um caminho para si é que por desconhecimento do caminho se desconhece que um não-caminho não tem um limite ideal. E o fenômeno sem comprovação que o questionamento persegue na esperança de encontrar a solução para isso é a força do pensamento.

Em outras palavras, o caminho está relacionado a conhecimento consciente. A partir desse ponto, apreciar a razão é estar absorvido da idéia da ‘não-comprovação segundo o molde da razão humana’. E essa crença da razão nessa possibilidade de não-comprovação não invalida o argumento comprovação, ainda que acreditar ou não seja fenômeno pouco explicável à razão humana, estritamente, considerar o limite ideal vai de imediato desconsiderar o não-caminho um caminho viável, logo esta razão única faz uso da força do pensamento, a que se chama fé, para reafirmar seu arbítrio.

A necessidade de salvar-se, o conhecimento puro

Agora referindo a escolha de salvar-se, que proveito terá da solução o ato de escolher o caminho incompatível? Por esta razão, ver ou não a totalidade do caminho não é indispensável para se manter no caminho, mas é indispensável força de pensamento para permanecer nele.

Pensar estar certo e em seguida se achar perdido devido ao desconhecimento pode resultar ansioso, por isso a fortaleza da confiança é o conhecimento. No entanto, sem o conhecimento de algo é difícil acreditar plenamente no material ou imaterial, que com o pleno conhecimento do assunto-algo é possível acreditar plenamente.

Mas como afirmou Kant, na proposição “a linha reta é a menor distancia entre dois pontos”, nada é afirmado a respeito de determinada linha reta (universalidade). Também não é declarado que a linha reta é mais curta em certas condições mas em quaisquer condições (necessidade).

Sendo assim conhecimento puro ou a priori não depende de qualquer comprovação revelada para a teoria da ciência, se distingue do empírico (comprovação) pela universalidade e necessidade. Portanto, o verdadeiro núcleo da teoria do conhecimento seriam os julgamentos a priori (conhecimento puro) os quais ao mesmo tempo são universais e necessários.

Agora absorvido isso, uma mente forte pode conduzir o pensamento à solução do problema salvar-se. Nesse sentido, força de pensamento é reafirmação da crença de que o caminho certo pode salvar após consideradas todas as possibilidades, conforme a necessidade indescartável de salvar-se ter sido pesada na balança equidistante da razão humana.

A compreensão do caminho e a aceitação

Contudo, resolver a questão ‘como salvar-se‘ é entender a necessidade de ser salvo no caminho. Por exemplo, da sentença ‘a esfera política falhou para as pessoas’ pode se abstrair a idéia ‘errar é humano’. Logo, um governo humano conduzido pela razão de criatura é falho. Esse caminho é incompatível com a vida. Esse é o não-caminho.

Então, se a razão humana não puder entender a necessidade de salvar-se a partir do pleno conhecimento das propostas falhas do futuro Governo Oculto do mundo, apresentadas a conduzir a humanidade para a destruição, pode entender e rejeitar a mentira desse século segundo a comparação das propostas desse governo com a proposta caminho apresentada no corrente estudo.

Reconhecer esses pólos expostos pode conduzir a aceitação e sustentar firme o passo permanente no caminho quando se fizer necessário. Afinal, pensamentos são como pegadas na trilha, se você refaz as pegadas reforça o caminho. Muitos não-caminhos podem ser apresentados e contestados, contudo apenas um caminho é incontestado, como a seguir será esclarecido.

Para prosseguir acrescento que viver a percorrer por fora é como trilhar um terreno sinuoso. Quem decidiria trilhar no absoluto desconhecido se esclarecido de antemão sobre o caminho certo?

Se escolher o caminho é percorrer na simplicidade autoevidente do percurso perceptível e, fora do percurso definido a dificuldade de progredir como no caminho é percebida por analogia ao caminho, então como não perceber o caminho quando apresentados ambos, caminho e não-caminho? O problema não está na aceitação da solução proposta e sim na lógica não compreendida. A verdade é almejada para uma pessoa geralmente quando a necessidade de uma escolha entre a vida e a morte é estimada demais para não permitir o risco de uma escolha errada.

Por exemplo, para quem deseja viver, o caminho errado é a morte. E se entendemos que cada escolha é um caminho, e o resultado de parar de respirar é deixar de viver, então há dois caminhos distintos: vida e morte. Nisso não há debate.

A vida no autor das origens como oportunidade de saída para salvar-se

A vida é a experimentação plena da existência. E essa experimentação plena é bem-estar espiritual consciente, abrangente até a felicidade por intermédio de algo além que conforta o pensamento, a saber, a aceitação do metafísico transcendental culminando no autor das origens: Deus.

Sem a paz de pensamento concebível na origem Deus, a que chamo conhecimento-puro, as pessoas não podem acertar as escolhas corretas se com o julgamento interferido pelas influências antropocêntricas/humanistas.

Quando se diz “eu estou vivo”, a verdade é o que de fato é. Logo, a experimentação plena da existência depende da condição “estar vivo”, pois um morto não pode afirmar estar vivo. Isso se sustenta por si mesmo como argumento.

É razoável portanto considerar que sendo autor da vida, a vida está em Deus e todo conhecimento deriva Dele. Então o dilema não está em como a solução é proposta mas na contrariedade em aceitá-la na justa simplicidade que se apresenta. A verdade sinalizada mediante a aceitação desse axioma é a indicação para não perder a vida. Por isso, no que se refere a decisão o percurso da vida segue pelo caminho da verdade. Logo, deixar o caminho é abandonar a verdade e perder a vida. Aqui o termo limite ideal anteriormente exposto revela sua importância e se contrapõe ao modus neglegentes que muitos dentre a humanidade enganados pelo Governo Mundial oculto tem adotado como modo de vida.

Já dizia Blaise Pascal, “Deus tem dado provas suficientes para aqueles com uma mente aberta e coração aberto mas que são suficientemente vagas para não obrigar aqueles cujos corações estão fechados.”

O dilema das escolhas e a solução de melhor eficácia

Mas a questão principal é como salvar-se das mentiras desse século sem o pleno conhecimento da solução, ou perguntando de outra forma, sem reconhecer que a resposta a essa questão tem origem numa solução simples? E a seguir, vindo a demonstrar a solução salvar-se nestes termos aceitar o caminho como apenas uma única oportunidade de saída para salvar-se?

Para explicar em outras palavras, exemplo um: Se o procedimento de retornar após várias escolhas para decidir cada vez diferente (experiências) resultasse errado no final – na hipótese de poder escolher de modo superabundante – esse procedimento não apresentaria em si nenhum risco se não houvesse nada a perder. Mas e se há apenas uma oportunidade de escolha e é preciso estar certo antes de concluir o caminho?

Exemplo dois: Na sentença a) ‘todos os caminhos salvam’ e na sentença b) ‘só há um caminho pelo qual é possível ser salvo’. Na sentença ‘a’ qualquer escolha não trará consequencia irreversível, ou seja, o resultado é sempre favorável de qualquer forma. Mas na sentença ‘b’ uma única escolha inevitável é apresentada com dois resultados: errado e certo. Certo como componente inverso a errado e ambos incompatíveis e antagônicos. Certo ou errado, a escolha trará consequencia não reversível, o resultado jamais pode ser alterado. Compreendido assim é sensato então decidir pela solução de maior eficácia e precisão.

Laboratório de felicidade, o caminho-alternativo

Mas por que então essa aproximação das massas com as desconhecidas formulações do Governo oculto?

Em síntese, as exageradas facilidades fizeram nascer nos indivíduos demandas supérfluas, como o rato do laboratório após descobrir o prazer advindo do acionamento do botão. Agora repetidas vezes a necessidade de acioná-lo vai até o ponto de suplantar a fome, adoecer e morrer. Os indivíduos perderam o referencial de felicidade. Hoje no laboratório da engenharia social do sistema a sociedade está se matando, sem se dar conta do remédio que adotou.

Contudo, por ser caminho e não-caminho antagônicos perceptíveis, no intuito de desviar a sociedade de seu alvo se deturpou a noção de caminho ao interferir no limite ideal com a deformidade de seu conceito. Porque se considerarmos a expectativa de uma saída para o caminhante a alternativa caminho-alternativo essa é mais impeditiva que a expectativa de um não-caminho. Ou seja, um caminho alternativo se aceito exige a abdicação da escolha. No fim o caminho-alternativo é também um não-caminho porquanto não leva ao objetivo salvar-se.

O problema agora reside em que ao passo que mais alternativas se mostram menos visível é o limite ideal. Distinguir para aonde ir onde, quanto mais entradas houver um tanto mais de derivações aparece, menos serão as possibilidades de uma saída. Por isso a oferta excessiva de informação advinda do Governo oculto ocupa a avaliação interna individual exaustivamente ao passo que o indivíduo segue exaurido de buscar a saída.

A vida secular e a alienação

Numa sociedade onde a entrega de prazeres é a falsa garantia de liberdade preterir Deus resulta vantajoso para o Governo oculto. O conhecimento superficial da infabilidade de Deus por parte da sociedade enseja num relacionamento frágil que pode ser facilmente quebrado com pseudo-verdades.

Pseudo-verdades abrem caminhos alternativos para as pessoas sentirem a intimidade desnecessária com as trevas, visto que a parcial ou total ignorância da sociedade nunca vai contradizer o discurso consensual e pseudolibertador para as massas que o Governo oculto por meio da mídia empresarial executa em sua rotina programática de tirania.

É habitual a ditadura da ignorância fazer desconhecido o que de fato é libertador para as pessoas e evitar por todos os meios o nome de Deus não é por coincidência. As mentiras e as demandas de desinformação advindas do sistema dominante no mundo, somente através da luz da verdade libertadora se dissipam. Além disso, ignorância e alienação das massas são peças embrulhadas para discrição das ações do Governo oculto. Reunir e dispersar informações é parte do caos informativo da ciência desassociada de Deus, criada para buscar conclusões tautológicas e redundantes.

A repulsa em permitir o esclarecimento do caminho é a sublimação descarada da opressão sutil na afirmação ‘todos os caminhos salvam’. Para isso a maior prioridade é embaralhar o discernimento para impedir a tomada de decisões certas. Nesse sentido, o conhecimento consciente se apresenta como lâmpada a iluminar as maquinações ocultas e aquele a seguir na luz não caminha no desconhecimento mas discerne tudo com a luz. Daí a saída proposta para a humanidade provêm da aceitação do criador. Assim poderá salvar-se das mentiras desse mundo impostas nesse século de consentimento da ditadura global do Governo oculto.

O livre-arbítrio e a autodesobediência

O indivíduo quando pensa como indivíduo livre sempre escolherá a vida. Quer ser obediente a isso. Afinal a vida é inerente de entes vivos, a vida é a centelha de Deus e a vida é a luz de Deus nos homens.

O livre arbítrio faz o homem disponível para ser trazido para Ele, por que foi criado por Ele para sentir e pensar, e se assim o faz pode escolher Deus a qualquer momento em vida. Qualquer força em qualquer outra direção sugerindo substituir isto é contrária à vida.

Sendo assim a substituição da obediência à verdade é auto-desobediencia, no sentido em que não se faz contra Deus, como assim o indivíduo pensaria, mas primeiramente a si mesmo, e isso obviamente o indivíduo não sabe, pois do contrário não faria.

Através desse engano a felicidade a que se refere a ordem do mundo visa a destruição da humanidade, disfarçada na alegria momentânea do prazer egoísta. Explicando, o egoísmo une os amantes de si mesmos entorno da satisfação, apenas enquanto as vontades estão a ser satisfeitas e não se esgota o motivo que as satisfaz dando a falsa noção de liberdade, de aproveitamento da vida, mas suas consciências foram cauterizadas. Por isso a mortandade é acontecimento banalizado? A quem servem aqueles no Governo oculto, não é óbvio por que se distanciam do caminho, já não têm em si mesmos, em suas mentes a marca da submissão?

Mas e o homem comum? Se aquele que se submete a um poder tirano é submetido por falta de conhecimento de escolha não é senão por imposição do desconhecimento? Certamente sendo conhecedor dos fatos o escravo voluntário não seria voluntário, tampouco escravo. Ser escravo de escravos é auto-desobediência e nada há de feliz nisso.

O inimigo da humanidade, sua tese contra a existência de Deus é falha

O que a vida consciente em Deus oferece é experiência de bem-estar material e espiritual, em que a paz de Deus é excedente em todo o entendimento para equilibrar sentimentos e pensamentos. Essa experiência reflete nas atitudes de promover a vida e não promover a morte como tem sido evidente no presente século.

Mas a promoção do desconhecimento a respeito de Deus por meio de uma total desinformação midiática tem em seu objetivo ocultar as ações do inimigo da humanidade. E aqui vai uma informação para o desavisado sobre aquele que nunca se firmou na verdade: ele acredita em Deus. Sim, ele é muito crédulo de Deus pelo devido grande valor que esse conhecimento de Deus exige dele, ou seja, é impossível ele negar a existência de Deus para si mesmo por que Deus existe para ele não apenas em tese.

Portanto, soluções inconclusivas baseadas na refutação de Deus conduzem o intelecto à reflexão. Por exemplo, quanto mais se refina a concupiscência humana na negação de Deus mais evidencias há das soluções falhas a trazer sofrimento para a humanidade por consequencia da desconstrução provocada de um Governo oculto a vilipendiar Deus como atributo supremo e excluí-Lo do ideário humano.

Se as soluções inconclusivas baseadas na negação de Deus ensejam a uma reflexão do indivíduo e isso pode indicar a liberdade de pensar, como se mostra então ao indivíduo a inconsistência da refutação de Deus? Em suma, a refutação de Deus não resolve para o intelecto o questionamento principal aqui exposto. Mas necessidade de revigorar a refutação com argumentos de negação do atributo Deus culminam na assertiva existência de Deus.

Então, explicado de outra forma, a observância das repetições em refutar Deus por diversos meios e em partes faz de Deus um Deus existente no discurso. Logo Ele é real. E depois de percebida a proporção desse carecer a reiterar Deus no argumento é possível apontar na direção desse requerimento para denunciar esse carecer vicioso em toda a tese baseada na refutação de Deus.

O sistema-mundo deseja ser um deus para a humanidade

A estratégia de desviar as pessoas de Deus é também a desassociação da vida com o criador. Daí se tem evidenciado o ente escravo a não dar a merecida importância ao caminho da salvação. A referida dessassociação vem primeiro no distanciamento das instituições em relação a Deus, depois vem a sociedade, a família e por fim o indivíduo.

A instituição maior – aqui especificando Deus – vem sendo destituída à princípio nas instituições dos governos humanos e à medida que as pessoas confiam ou seguem as leis dessas instituições essa destituição as privou da melhor escolha por consequencia do desconhecimento dessas maquinações.

Não tivessem os governos humanos tornado a escolha algo sem valor, em tal medida, se fosse esclarecido esse erro, salvar-se-ia o ‘ente voluntário do sistema-mundo’ de se tornar um ente escravo. Afinal com o livre-arbítrio e a decisão humana, o indivíduo é quem escolhe ser um ente escravo, mesmo sem saber. Uma característica sutil da tirania no sistema-mundo.

Descortinar um pouco o oculto desse Governo nos diz sobre conflitos intermináveis, violência e aumento da insegurança que não cessam apesar de gastos bilionários contando a mentira do quanto as suas instituições responsáveis estão a nos proteger.

Explicar o Governo oculto e sua nova ordem não é simples, contudo, também negá-los não exclui qualquer noção que se tem da existência deles, nesse caso, ao contrário, prova que suas existências servem a um propósito mais amplo. E não é apenas a refutação de Deus o propósito, mas assumir o posto de um deus para a humanidade, por isso dão tanta importância a distanciar as pessoas de Deus.

E conforme eles, Governo oculto e sua nova ordem, fazem sua auto-ocultação se sublimam porque sabem quão repulsivos de fato são para a humanidade hoje, enquanto ainda não foram totalmente transformadas as mentes das pessoas para aceitar o consciente coletivo, o pensar em série, destinado a desconstruir a consciência das pessoas e torná-las ‘imagem e semelhança’ da ordem vigente.

Por isso através da deformação do sentir das pessoas e da transformação da mentalidade se há evidenciado um acúmulo de superficialidade nunca visto de alter egos em exposição.

Nesse cenário em que valores, identidade, religiosidade e até a própria vida é impedida conforme o indivíduo é impedido de existir como o conhecemos – livre para sentir e pensar – as pessoas deixarão de servir ao próximo para ceder à coletivização de um sistema totalitário, no qual os indivíduos virão a ser nele escravos voluntários iguais.

Enquanto sentir e pensar como indivíduo livre faz a pessoa sempre escolher a vida, nisto é revelado o dom libertador de Deus, neste contraponto, nesta diferenciação da característica libertadora de Deus da característica escravizante do Governo oculto.

Agora sendo o leitor possuidor desse conhecimento pode convicto afirmar que qualquer que não desejar escapar dessa ordem mundial já abraçou a perdição. E se acompanhou bem a leitura já entendeu que encontrar a saída para salvar-se das mentiras desse século é na verdade ser salvo pois não pode salvar-se sozinho da ordem do sistema-mundo que se aperta sobre todos.

Mas aquele a trilhar o caminho da salvação não será arrastado para fora com a ventania das ideologias humanistas, encontrará a saída que provêm da aceitação do guia e protetor, o criador da humanidade.


Autor: Rod Oliveir

Publicado em dinamicaglobal.wordpress.com

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