A autorresponsabilidade para preservação da sociedade: O fortalecimento da nação e o sentimento patriótico.


A autorresponsabilidade contribuinte para a preservação da sociedade

Governar sua casa, sua família, seu grupo, é assumir o comando dos aspectos mais sensíveis da vida, ou seja, é ter autorresponsabilidade para não entregar esse papel de governo da sua família e do grupo de pessoas que podem ser lideradas àqueles que governam impunemente dos bastidores e tem domínio sobre as instituições por meio das ordens. Não comunicar, não orientar, não educar e depois delegar a outro (um político, um policial, um juiz) a tarefa de resolver o que por nós foi negligenciado não resolverá muito.

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De nada adiantará um posicionamento heróico em sentido contrário quando for tarde demais, após uma completa transformação da sociedade que segue na direção a que foi orientada por décadas sem a percepção de que adotou um comportamento de rebanho dócil.

Por outro lado não é raro vermos algumas autoridades apontarem a violência e a insegurança das famílias, mas usam essas demandas para sua promoção, tendo já pactuado com as ordens que dominam sobre os poderes executivo, legislativo, judiciário e a mídia. Pois um judiciário sério e comprometido com a sociedade visaria o bem estar dos cidadãos, como deveria ser, e aplicaria as leis com celeridade. Isso bastaria para estabelecer a ordem, pois qualquer cidadão de bem teria a voz de autuar sob a garantia da lei. Mas não fazem assim, pois isso seria suficiente e arruinaria com os lucros de inúmeras seguradoras e da indústria de vigilância e monitoramento, das quais muitos das autoridades são proprietários e sócios. 

 Romper com a conformidade para fortalecer a nação e o sentimento patriótico.

A esperança da nação está nos cidadãos instruídos que podem compreender a realidade e construir as bases sólidas de uma reflexão coletiva de fortalecimento do país. Primeiro é preciso reconhecer que é imprescindível fugir das notícias prontas de uma mídia fast-food. Depois é necessário nos agarrarmos aos bons livros, à leitura instrutiva, para então poder entender as ameaças e tudo que está em jogo. O que temos a perder se continuarmos negligenciando o futuro é a liberdade.

A maioria das pessoas usa o tempo livre para se informar sobre política pelo noticiário televisivo e portais de notícias da internet da maneira mais fácil. Depois não tendo uma opinião vai reproduzir o que assimilou. Qualquer diálogo mais aprofundado não se desenvolverá e uma análise resultará com uma visão superficial dos fatos. Para combater as ardilosas mentiras o cidadão precisa do conhecimento e notícias sem conteúdo não o auxiliarão.

O sistema já se adiantou instrui as crianças através da mídia, de Disney, Netflix e YouTube à TV. E se depois ela resolver suicidar-se, o que fazemos? Queremos uma pessoa para resolver isso? Por que nunca nos percebemos quão antigas são essas demandas, que nada tem a ver com direita ou esquerda, ou com política, mas com o patriarcado falho, a ausência de clãs, o crescimento do multiculturalismo permitido por nós quando esmorecemos nosso apelo em prol da nação?

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Nunca perceberam que diversidade, ideologias, machismo, feminismo, funcionaram durante décadas como fatores desestabilizastes. A degradação da sociedade ocidental tem o único propósito que é fragmentar as sociedades coesas que ainda são mais resilientes aos poderes autocráticos. E não são só políticos de ambos os lados a promover essas demadas, o legislativo e o judiciário tão prontamente o fazem. Veja o premio CarloMagno a homenagear os membros das ordens pelos esforços nesse sentido.

Toda a sociedade deve seguir a risca a recomendação “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo” e abandonar com urgência o comportamento beligerante que apenas favorece a dominação desse governo oculto. Seu rastro pode ser visto e caminha para a instauração de um governo totalitário, de pessoas que não pensam, aceitam suas ordens.

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Dentre suas metas estão a destruição das instituições para se apoderar da autoridade exercida sobre as pessoas. Também a recriação de um mundo sem dinheiro para excluir os indesejáveis comedores inúteis – essa é a forma que chamam a humanidade. Drenar a economia colocando o dinheiro no cofre do sistema enquanto se prepara a criptomoeda da economia mundial para os servíveis usarem enquanto o restante morre.

Não existem mais demonstrações de amor pela pátria, nem desfiles cívico-militares. Na programação da mídia não há lugar para patriotas, isso está fora de moda. Mas para ser patriota a pessoa precisa primeiro entender seu papel na sua nação, que é conduzir ao bem-estar social, à plena condição de dignidade. Não é o que toda pessoa deveria buscar, conforme o estudo de Maslow, a autorealização? Então não é em busca desse bem estar da sociedade que o líder deve trabalhar? Mas não é assim que a política caminha. Só uma nação soberana pode oferecer bem-estar aos seus cidadãos, por que é governada de dentro com metodologia adequada aos seus. E o governante local é o mais capaz de identificar o potencial e as fraquezas dos seus cidadãos. Mas isso é possível somente quando a nação é governada pela união de seus cidadãos numa democracia de fato.

O texto continua em Estudo: A realidade política e seu distanciamento da expectativa do eleitorado.


Autor: Rod Oliveir

Publicado em dinamicaglobal.wordpress.com

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