Adeus, doce França! Dois Tchecos em Paris: O relato da viagem.


Minha mulher e eu viajamos para Paris. Não cometeremos jamais o mesmo erro!

Eu e ela fomos recentemente a Paris para passar o final de semana, o preço das passagens pela Air France estava bem baixo! Os bilhetes de ida e volta estavam custando só 2.500 CZK [R$ 345,00], incluindo tudo, o que já devia causar estranheza, mas infelizmente nós não desconfiamos do que estava por vir.

O voo com destino a Paris foi normal, e no aeroporto nós tomamos o trem para o Centro. Após a chegada à Estação Norte, tomamos o primeiro choque em contato com a realidade. A desordem, o caos por todo lugar, mas o pior era que não havia nenhum francês branco. A mesma coisa percebemos na área do Sacré-Coeur.

Tomamos o metrô e fomos para os principais pontos turísticos. Quando estávamos no metrô, indo de Grand Etoile ao Louvre, nós nos demos conta de que éramos os únicos brancos no vagão. Era quarta-feira, às 14 h. Na entrada do Museu do Louvre, nenhuma vivalma, mas patrulhas de soldados armados até os dentes estavam de tudo quanto é lado, e o dedinho no gatilho. Daí a pouco nós iríamos descobrir, por um amigo morando na cidade havia um ano, que Paris estava sob estado de emergência…

Nós almoçamos com alguns amigos perto dos Grands Boulevards: havia na rua uma maioria de migrantes, como também na maior parte das lojas daquela região. À noite saímos para ir à Torre Eiffel, e nada de turistas. O esquema de segurança era forte.

“Você vai ver, eu sinto que ele vai nos provocar!”

Se aparecia algum turista, era revistado, mas não se fosse uma mulher muçulmana, sempre coberta dos pés à cabeça. Decerto essa é a nova legalidade francesa. No quadra adjacente ao Trocadero, depara-se o inferno: fervilham africanos vendendo bugigangas, jogadores de baralho árabes buscam incautos a quem enganar com suas cartas, a pobreza da África por ali perambula, enquanto assaltantes ciganos atacam.

A Polícia claramente faz vista grossa diante desses crimes “normais”. A mesma coisa ocorre em todos os pontos turísticos. Mas, à noite, perto da Torre Eiffel, imigrantes comeram uma jovem francesa na marra. Naturalmente as informações desse tipo de assunto não são midiadas sem toda a responsabilidade e a discrição que o caso exige. Aliás, o fenômeno seria visto fora de contexto se não considerado como parte de um processo de enriquecimento cultural…

Na manhã seguinte, convidamos um amigo para um piquenique no Centro. Mas ele disse que seria melhor nos encontrarmos num restaurante, porque numa área aberta seria muito perigoso. Nós não entendemos muito bem, mas aceitamos a contraproposta e fomos à Bastille. Pra quê!! Ali estávamos mais uma vez num bordel, na imundície e, mais grave ainda, como que exclusivo para migrantes.

O muro.

O ponto culminante da noite consistiu numa visita a um botequim perto de nosso hotel, onde queríamos tomar um copo de vinho. Lá um barbudo escuro “francês” de alguma parte da Algéria disse furiosamente para nós que no seu país não se vendia álcool, praguejando contra os malditos “cristãos”. Em consequência disso, decidimos deixar o hotel. Nem bem era sábado e só esperávamos o domingo para ir embora. Aquilo lá não é mais a França, agora faz parte da África muçulmana. O que tínhamos planejado para o nosso fim de semana não era esse tipo de “atração”.

Atualmente um fim de semana em Paris é experiência verdadeiramente assustadora, e acho que ocorra a mesma coisa em Calais ou Marselha, cidades que os migrantes tomaram e controlam de fato. A França, que costumava ser um país agradável, agora ruma para a ditadura ou para a guerra civil. Eu recomendo aos interessados em visitar Paris que não o façam.

Adeus, doce França! Nós faremos tudo o que pudermos para que a República checa não se acabe da mesma forma.

N. do Trad.: depois de adotar primeiramente esse nome mais humorístico e provocativo de EuroCalifat, essa ciberteca trocou de nome, passando a se chamar Reseau Libre. Depois de alguns meses, entretanto, encerrou suas atividades por inconformismo com a passividade dos franceses diante da invasão migratória.

Fonte: EuroCalifat | Título original: 2 Tchéques à Paris: récit. Data de publicação: 29 de novembro de 2016. | Seleção e tradução (livre): Chauke Stephan Filho.

Agradecimentos de Dinâmica Global a Chauke Stephan Filho pela tradução do texto e seu compartilhamento conosco.

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