Didier Raoult descarta o estudo anti-hidroxicloroquina da Lancet como “péssimo”.


Em resposta à proibição da prescrição de hidroxicloroquina decretada em 28 de Maio na França e em vários outros países da UE, o professor Didier Raoult publicou seu próprio estudo, realizado em 3 737 pacientes atendidos no Mediterrâneo da IHU.

Raoult chamou o estudo de Lancet de “péssimo” depois de contradizer a eficácia do tratamento com hidroxicloroquina. Ele também acusou a OMS de falar “bobagem”. Na quarta-feira, 27 de maio, Raoult publicou seu próprio estudo com base em dados de seu estabelecimento.

“Não sei se em outros lugares a hidroxicloroquina mata, mas aqui salvou muitas pessoas”, disse Raoult, acrescentando que possui fortes evidências científicas. Não houve casos de morte súbita ou arritmia cardíaca.

Publicado no site do Instituto Hospitalar da Universidade de Marselha, o estudo destaca o sucesso da cloroquina no tratamento de pacientes. “O diagnóstico precoce, o isolamento precoce e o tratamento precoce com pelo menos três dias de hidroxicloroquina-azitromicina (HCQ-AZ) proporcionam resultados clínicos e contagiosidade significativamente melhores em pacientes com Covid-19 do que outros tratamentos”.

O estudo envolveu 3 737 pacientes escolhidos entre 6 836 diagnosticados com Covid-19. A idade média era de 45 anos, 45% eram homens e a taxa de mortalidade era de 0,9%. “O acompanhamento a longo prazo da triagem de fibrose [nota do editor: infecção pulmonar] será o próximo desafio no manejo do Covid-19”, concluiu o resumo do estudo.

O IHU Mediterranean já anunciou que “continuará a tratar [seus] pacientes com os tratamentos mais adequados”.

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Katehon.com

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