:: Plano Maçonico de Miscigenação para eliminar a resistência e fraturar a sociedade.


    Plano Kalergi
    “O homem do futuro será um mestiço”

    O Plano Kalergi é um plano genocida elaborado em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi junto com seus sócios maçons, precursores da União Européia, para destruir a Europa e exterminar à raça branca, mediante a promoção do multiculturalismo e a imigração em massa de negros, asiáticos, mestiços latino-americanos, ameríndios e muçulmanos com a finalidade de mesclar-los racialmente, produzindo assim, segundo suas próprias expectativas, uma raça mestiça passiva, amansada, previsível e manipulável, de carácter e inteligência inferior sobre a qual pode-se governar eternamente a elite aristocrática judia, pois tal população resultaria incapaz e impedida de organizar-se para rebelar-se, e inclusive dar-se conta de que estão dominados.

    Este plano, exposto em 28 teses, está inspirado no domínio humano sobre os animais de granja, os quais, devido a sua inferior inteligencia não podem rebelar-se.

    O plano em ação

    A invasão imigrante, de acordo aos novos padrões econômicos e a globalização, já se tem produzido e não existe intenção por parte dos governos de abandoná-la por muita crise que aconteça. E ao mesmo tempo se promove a mestiçagem para alcançar o exterminio da raça branca, em todos os países brancos do mundo. Não nos asiáticos, nem africanos, em aonde não há invasão imigrante, senão somente em países brancos.

    A invasão se disfarça de progresso, caridade, humanismo, fraternidade, justiça social, igualdade, etc. Mas trata-se de um plano criminoso e impiedoso para destruir os europeus.

    A essência do Plano

    Em seus primeiros manifestos escritos entre 1923 e 1925, o Plano Kalergi exigia que os judeus tomassem o poder, primeiro na Europa e depois em todo o mundo. O plano se baseia em um racismo judeu utópico e se refere a uma «raça superior» (Herrenrasse) judia. A expressão Herrenrasse, utilizada por Adolf Hitler para descrever a raça ariana, foi usada também por Coudenhove-Kalergi para dar suporte à reivindicação da soberania judia na Europa e no mundo. Também o termo «raça nobre judia» é utilizado constantemente. Com a motivação de criar um império judeu, o plano Kalergi proclama a abolição do direito de autodeterminação dos povos e, posteriormente, a eliminação das nações por meio de migrações alógenas em massa, ou seja, seu despedaçamento interno através de movimentos separatistas “étnicos” como o separatismo catalão ou basco. Para que Europa seja dominável pelos judeus, pretende transformar os povos racialmente homogêneos em conjuntos mesclados de brancos, negros e asiáticos. A estes mestiços lhes atribui crueldade, infidelidade e outras características que, segundo ele devem ser criadas conscientemente porque são indispensáveis para conseguir a superioridadee dos judeus.

    O genocídio de brancos foi planejado em 1922 – o Plano Coudenhove-Kalergi.

    Muito antes de Hitler, Kalergi compartilhava a opinião do alto rendimento da raça branca, especialmente da sub-raça nórdica, mas, ao contrário de Hitler, não aspirava o favorecimento, conservação e fortalecimento da mesma, senão a sua destruição. Por este motivo, pretendeu influenciar na “Criação”, porque pensava acertadamente que ao cruzar as raças, se eliminariam talentos e características admiráveis de cada uma delas. Apesar de sua valorização positiva desta raça, cria ou planejava seu extermínio únicamente porque dizia necessitar de mestiços fácilmente manipuláveis para quando pudessem governar sobre eles. Na atualidade, encontramos outra palavra nos meios de comunicação americanos quando se referem à colonização do Afeganistão e Iraque, outro dos muitos sinais que provam que a semente de Kalergi segue germinando. Trata-se de nationbuilding e significa algo assim como a criação artificial de nações pelas mãos do homem. Enquanto à idéia de Kalergi sobre o homem cruzado consanguineamente, encontramos grandes conhecimentos sobre a evolução e a criação de raças que em alguns pontos concordam assombrosamente com as investigações de Darwin e as, não elaboradas, teorías do Terceiro Reich. Também a ciencia moderna, impulssinada sobre tudo por Israel, que com a análise do ADN pode distinguir aos judeus de seus primos, os árabes, confirma os conhecimentos de Kalergi sem que se possa averiguar a proveniência de tais conhecimentos.1

    O plano de Coudenhove-Kalergi – o genocídio do Povo da Europa, a Agenda 21 e o Prêmio Carlomagno da UE.

    Estas são as palavras da UE e ONU.

    Quando Tony Blair fez o Reino Unido ‘abrir as fronteiras’ ele o fez por duas razões. Primeiro porque foi uma exigência da União Européia e ele teve de fazê-lo. Em segundo lugar porque ele calculou que a maioria vasta dos imigrantes elegeria o Trabalho e derrotaria por maioria de votos o britânico nativo.

    Esta é essencialmente uma pedra que dá passos em direção ao Projeto Wildlands 2014 – 014 da ONU. O Projeto Wildlands para controlar todos os seres humanos e a Agenda 21. Isso é o ultimato em Politrickery.

    Duas das coisas mais importantes que um Ser Humano necessita são a terra suficiente (que contém todos os recursos a você e a sua família para sobreviver) e saber a sua linhagem. Este é um plano da UE que deve destruir a sua linhagem, a lealdade de família, a nacionalidade e a etnicidade inglesa. Isto é parte do plano de tirar o poder de discurso da educação aberta do jovem e só ensinar o material ‘revisado’ e politicamente aprovado.

    Como Mandelson disse que ‘o experimento democrático na Europa falhou. Devemos nos mover agora sobre a pós sociedade democrática’

    Este artigo é uma tradução de um artigo italiano, originalmente publicado em Identità. Também em http://blog.balder.org/?p=404

    O objetivo deste plano é destruir as Tribos Brancas da Europa pelo que eles chamam ‘diluição étnica’. Esta é uma teoria de conspiração? Se acha que sim então você deve explicar por que a Merkel e Van Rompuy foi, a ambos concedido pela União Européia, o prêmio de Carlomagno por seus esforços por mover adiante o Plano de Coudenhove-Kalergi.

    Richard Coudenhove Kalergi foi o primeiro recebedor do premio em 1950 pelo seu Plano Pan Europeu de eliminação das Tribos Brancas da Europa.

    Há uma lista do restante dos outros recebedores abaixo, no fim desse artigo.

    “A mesma essência do Marxismo Cultural é o suporte da imigração de massa/fronteiras abertas.”

    “A meta final de Marxistas Culturais é o genocídio branco.”

    “A justeza política é o Marxismo Cultural.” ver 2015 – 028

    “Os Marxistas Culturais assumiram as instituições dos meios de comunicação, educação, cristandade dominante (conservador e liberal), lei, e financiam muitas vezes via o Objetivo Comum 2015 – 013 o Efeito de Objetivo Comum de Rotherham. A sua meta é a aniquilação da Civilização Ocidental em geral e as pessoas brancas especialmente.”

    Esse é um plano para restabelecer uma sociedade mundial de Senhores e servos.

    Teria sido educado, seguramente, perguntar às Tribos Brancas da Europa se elas queriam ou não ser eliminadas.

    Se este plano é bom ou mau não é o ponto. Em uma sociedade livre você deve ser livre para se casar seja quem for que você deseje (com o seu acordo naturalmente). Este plano, contudo, está sendo projetado, orquestrado e implementado por uma sem rosto, irresponsável, arrogante, e autocentralizada elite política, sem consultar o público, estão até dizendo-lhes. Isso dá ao Plano um horizonte muito sinistro de fato, a abertura de Tony Blair da fronteira do Reino Unido a todo o mundo sem ter discutido abertamente no parlamento. Ainda assim está sendo usado pela UE ao que eles chamam a diluição étnica do povo britânico e da cultura desta e de outras nações européias.O seu objetivo último é fazer a UE ser governada por uma elite obscenamente rica, dirigida por uma burocracia mimada. O resto de nós vai ser moldado em um rebanho de gado parecido a um servo amalgamado, a quem pode ser dito o que fazer, quando fazer, como fazer e onde fazer.

    Este Plano está sendo implementado no Reino Unido dando a migrantes tratamento preferencial concessão de casas e empregos acima dos nativos britanicos.

    Você provavelmente não conseguiria ser mais racista do que isto.

    Há também a possibilidade de pesadelo no caso de a grande maioria das pessoas desejaresm casar-se com a sua própria espécie então o jogo de mente da Nova elite de Ordem Mundial pode decidir que eles precisam ter o controle completo de com quem você pode casar-se??? Para conseguir seu objetivo… Sim, bastante possível.

    Como Cassius Clay disse: ‘os pombos não voam com os pardais.

    Isto deve, naturalmente, ser anunciado nos meios de comunicação britânicos e BBC. A questão sobre isso é não dizer que os meios de comunicação estão inconscientes a respeito, sobre aquilo que seriamente reflete na sua competência, ou na escolha deliberada para não publicar.

    O Plano de CK é a razão por trás da oferta de casas e empregos no setor público a migrantes à frente de britanicos nativos.

    Contudo para o Reino Unido o influxo súbito de 4 milhões de imigrantes não convidados (pelo público) esmagou a sociedade britânica com exigências de alojamento, escolas, o Serviço de Saúde, distribuição de água, transporte urbano, etc. As facilidades que foram cuidadosamente fundadas junto a muitos anos por 55 milhões e atualmente esgota com 4 milhões extra. A sociedade britânica está sendo reduzida a um matadouro – muito ao divertimento de muitos na Comissão européia.

    Mick Greenhough,‘Há muitas caras brancas cristãs na Grã-Bretanha’ disse David Cameron: http://youtu.be/mHqRtLeI_pE (por alguma razão você terá de copiar na linha pois controlam o clique) via @youtube Too many white Christian faces! Pode ser a sua opinião mas em uma sociedade democrática deve ser posto abertamente aos cidadãos e não ser implementado ocultamente.

    Cameron também disse que ele quer ver muito mais muçulmanos em posições da autoridade e conseqüentemente um Primeiro Ministro muçulmano.

    O Plano de Coudenhove-Kalergi – o Genocídio do Povo da Europa.

    Isso soa como a conspiração de um filme de James Bond. Ainda assim, a cada segundo ano a UE concede ‘o Prêmio UE Coudenhove Kalergi’. Este prêmio é dado pelo serviço de destruir as tribos diferentes e as nacionalidades da Europa (e conseqüentemente o mundo) e integrar povos independentes (somente a Plebe) em um comum, indiferente aos povos homogêneos. Seu objetivo é fazer das pessoas comuns os servos dominados por uma obscenamente rica elite que se elegeu a si mesma. O plano de CK não deve ‘diluir’ somente as Raças Brancas mas as Negras e Marrons também. (não difere em nada do Império Romano)

    O que afirma que essa não é nenhuma história feita, é confirmado por Vaira Vike-Freberg em 2006, Merkel sendo premiada com o Prêmio UE Coudenhove Kalergi em 2010 e Van Rumpoy em 2012 por seus esforços para assegurar a migração em massa do povo europeu – em particular no Reino Unido. Abaixo há uma lista completa (há dentro da hierarquia da UE um elemento que deseja o Reino Unido e em particular o inglês sendo prejudicado)

    A imigração de massa é um fenômeno, cujas causas ainda são inteligentemente escondidas pelo sistema, e a propaganda multicultural está tentando retratá-lo falsamente como inevitável. Com este artigo pretendemos comprovar definitivamente, que isto não é um fenômeno espontâneo. O que eles querem apresentar como um resultado inevitável da vida moderna, é de fato um plano concebido em volta de uma mesa e preparado durante décadas, visando destruir completamente a face do continente.

    Você pode pensar que a abertura de Blair das fronteiras britânicas à imigração de massa sem abertamente discutir antes no parlamento foi um ato da Traição contra os cidadãos britânicos. Mas não foi assim – ele cuidou de retirar a lei de Traição revogando-a ocultamente na lei de Desordem e Crime de 1998. Foi mencionada no parlamento mas não claramente e abertamente explicado o seu verdadeiro propósito.

    A pan-Europa

    Poucas pessoas sabem que um dos iniciadores principais do processo da integração européia, foi também o homem que projetou o plano de genocídio dos Povos da Europa. É uma pessoa obscura, cuja existência é desconhecida das massas, mas a elite o considera como o fundador da União Européia. O seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata austríaco denominado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com conexões à família Bizantina do Kallergis) e sua mãe a japonesa Mitsu Aoyama. Kalergi, graças aos seus contatos fechados com todos os aristocratas europeus e políticos, devido às relações do seu pai de diplomata-nobre, e movendo-se nos bastidores, longe do brilho da publicidade, ele conseguiu atrair os chefes de estados mais importantes ao seu plano, fazendo-os sustentadores e colaboradores do seu ‘projeto de integração européia’.

    Em 1922 ele fundou o movimento ‘pan-europeu’ em Viena, que aspirou a criar uma Nova Ordem Mundial, baseada em uma federação de nações conduzidas pelos Estados Unidos. A integração européia seria o primeiro passo na criação de um governo mundial. Entre os primeiros sustentadores estão, inclusive os políticos tchecos Tomás Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu 60,000 nas primeiras marcas. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel e o seguinte presidente da Austria, Karl Renner, tomaram a responsabilidade de conduzir o movimento ‘pan-europeu’. Depois, os políticos franceses, como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc. oferecerão a sua ajuda.

    Com a subida do Fascismo na Europa, o projeto foi abandonado e conseguiu-se que o movimento ‘pan-europeu’ se dissolvesse, mas depois que a Segunda Guerra Mundial, Kalergi, graças à atividade frenética e incansável e o suporte de Winston Churchill, o Alojamento Maçônico Judaico B’nai B’rith e os principais jornais como o Times de Nova York, o plano consegue é aceito pelo Governo dos Estados Unidos. A CIA depois empreende a realização do projeto.

    A essência do plano de Kalergi

    No seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes dos futuros ‘Estados Unidos da Europa’ não serão o Povo do Velho Continente, mas uma espécie de sub-seres-humanos, os produtos da miscigenação. Ele claramente afirma que os povos da Europa devem interreproduzir-se com Asiáticos e raças coloridas, assim criando uma tropa multinacional sem qualidade e facilmente controlada pela elite governante.

    Kalergi proclama a abolição do direito à autodeterminação e logo a eliminação de nações, utilizando os movimentos separatistas étnicos e a migração de massa. Para que a Europa possa ser controlada por uma elite, ele quer converter o povo em uma raça variada homogênea de Negros, Brancos e Asiáticos. Mas quem é esta elite? Kalergi está particularmente iluminando sobre isto:

    O homem do futuro será a raça miscigenada. As raças e as classes de hoje desaparecerão gradualmente devido à eliminação de espaço, tempo, e preconceito. A raça Euroasiática-negróide do futuro, semelhante na aparência aos Egípcios Antigos, substituirá a diversidade de povos e a diversidade de indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo europeu contra a sua vontade, esta gente será refinada e educada, dirigindo-os à sua futura posição como uma nação principal por este processo evolutivo artificial. Não é surpreendente que o povo que escapou da Prisão de guetos, virou a nobreza espiritual da Europa. Assim, o cuidado compassivo dado pela Europa criou uma nova raça de aristocratas. Isto aconteceu quando a aristocracia feudal européia caiu por causa da emancipação dos Judeus [devido às ações tomadas pela Revolução Francesa]


    Ver aqui sobre caracteres de geneticidade na Europa

    Ver também: The Changing Face of the Caucasian

    Esse mapa mostra a densidade populacional aproximada referente à tonalidade mais clara ou mais escura da cor de cabelos e de olhos na população européia.

    Embora nenhum manual mencione Kalergi, as suas idéias são os princípios de direção da União Européia. A crença de que os povos da Europa devem ser mistos com Africanos e Asiáticos, destruir a nossa identidade e criar uma raça de mestiços única, é a base de toda a política de comunidade que aspira a proteger as minorias. Não por razões humanitárias, mas por causa das diretivas emitidas pelo Regime cruel, para o genocídio intencionado mais sério na história. O Prêmio europeu Coudenhove-Kalergi é concedido a cada dois anos a europeus que sobressaíram na promoção deste plano criminal. Entre os galardoados com tal prêmio estão Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

    O incitamento ao genocídio, é também a base das apelações constantes das Nações Unidas, que exigem que aceitemos milhões de imigrantes para ajudar com as tarifas de nascimento baixas da UE. Segundo um relatório publicado em Janeiro de 2000 «em divisão Demográfica» Revista das Nações Unidas em Nova York, embaixo do título ‘substituição de Imigração: uma solução para recusa e envelhecimento da população,’ a Europa precisará antes de 2025 de 159.000.000 de migrantes.

    Embora o Tibet seja repleto de chineses, isso é genocídio. Embora os países brancos estejam cheios de não brancos, isso é diversidade! (Uma palavra-código para genocídio)

    Alguém pode se admirar como pode haver tal exatidão nas estimativas da imigração, embora não fosse um plano premeditado. É certo que a taxa de nascimento baixa pode ser facilmente invertida com medidas apropriadas para apoiar as famílias. É tão claro que a contribuição de genes estrangeiros não protegem a nossa herança genética, mas permitem o seu desaparecimento. O único objetivo dessas medidas é alterar completamente a nosso povo, convertê-los em um grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e cultural. Em resumo, a política do plano de Kalergi foi e ainda é, a base da política do governo oficial apontada para o genocídio dos Povos da Europa, pela imigração de massa. G. Brock Chisholm, o antigo diretor da Organização Mundial de Saúde (OMS), comprova que ele aprendeu a lição de Kalergi bem quando ele diz: ‘O que as pessoas em todos os lugares tem de fazer é limitar os nascimentos e promover matrimônios mistos (entre raças diferentes), isto promove a criação de uma raça única em um mundo que será dirigido por uma autoridade central.’

    Conclusões

    Se olharmos à nossa volta, o plano de Kalergi parece estar totalmente realizado. Enfrentamos a fusão da Europa com o Terceiro Mundo. A praga do matrimônio interracial produz cada ano milhares de pessoas jovens da raça mestiça: ‘as crianças de Kalergi’. Sob as pressões duplas, desinformação e adormecimento humanitário, promovidas pelos meios de comunicação principais, os europeus estão sendo ensinados a renunciar a sua origem, renunciar a sua identidade nacional.

    Os empregados da globalização estão tentando convencer-nos que para negar a nossa identidade, é um ato progressivo e humanitário, que ‘o racismo’ está errado, porque eles querem que todos nós sejamos consumidores cegos. É necessário, agora mais do que em qualquer época, contariar as mentiras do Sistema, despertar o espírito revolucionário dos europeus. Todo o mundo deve ver esta verdade, aquela Integração européia evolui para o genocídio. Não temos nenhuma outra opção, a alternativa é o suicídio nacional.

    Nota de Mick Greenhough: Embora as razões pelas quais Kalergi fez as escolhas que fez não nos tenham nenhum determinado interesse, tentaremos responder a uma pergunta que seguramente os nossos leitores já perguntavam: Por que um aristocrata europeu com raízes de Flamengo, Polonês, Greco-Bizantinas e até com algum sangue de samurai nas suas veias (de sua mãe) foi o arquiteto do planejamento e da organização nas mãos de forças escuras? As razões, na nossa opinião, são múltiplas, idiossincrásicas, psicológicas e ….mulheres.

    Por isso, observamos uma personalidade com atitudes esnobes fortes, arrogância, e, se me permitem o termo, ‘elitismo degenerado.’ Também, o fato de sua mãe ser asiática, possivelmente criou conflitos internos e frustrações, algo que pode acontecer à pessoas com tal temperamento. Mas o fator mais decisivo deve ter sido a ‘conformidade adolescente’, que a propósito naturalmente, esteve junto dele, e foi a sua primeira mulher (com 13 anos de idade): a Judia Ida Roland, que ficaria depois uma atriz famosa.

    A premiação de Coudenhove-Kalergi vai para o Presidente Van Rompuy.

    Rompuy ganhou o prêmio Coudenhove-Kalergi (também conhecido como prêmio Carlomagno) pela importante contribuição do genocídio europeu Branco e a escravização…


    Herman Van Rompuy.

    No dia 16 de Novembro de 2012, foi concedido ao Presidente do Conselho europeu, Herman Van Rompuy, o Prêmio de Coudenhove-Kalergi, durante uma conferência especial em Viena, na celebração dos 90 anos do movimento pan-europeu. O prêmio é concedido a cada dois anos a personalidades importantes por sua contribuição evidente ao processo da integração européia.

    Um fator decisivo que o ajudou a ganhar o prêmio foi a maneira equilibrada com que o Presidente Van Rompuy executou os seus deveres na nova posição como Presidente do Conselho Europeu, que foi estabelecido pelo Tratado de Lisboa. Ele manejou este particularmente sensível tema e desempenhou seu papel coordenando com um espírito de determinação e reconciliação, ao mesmo tempo também foi enfatizada a sua arbitragem hábil sobre os assuntos europeus e o compromisso infalível com os valores morais europeus.

    Durante o seu discurso o Sr. Van Rompuy descreveu a unificação da Europa como um projeto de paz. Esta idéia, que foi também o objetivo do trabalho de Coudenhove-Kalergi, depois de 90 anos é ainda importante. O prêmio carrega o nome do conde Richard Nicolaus von Coudenhove-Kalergi (1894-1972), filósofo, diplomata, publicador e fundador do Movimento pan-europeu (1923). Coudenhove-Kalergi foi o pioneiro da integração européia e popularizou a idéia de ​​uma Europa federalizada com o seu trabalho.

    Entre os vencedores do prêmio, a Chanceler Federal da Alemanha Angela Merkel (2010) e o Presidente da Letônia Vaira Vike-Freiberga (2006), estão incluídos.

    Agenda 21 Revelada – Você Precisa Saber Isto

    Acrescentado por Lucille Femine no dia 21 de Setembro de 2013. Salvo abaixo de Lucille Femine, Op-editor, Direito Político, Política.

    Este não é o website de, nem afiliado de modo algum com, Guardian News e os Meios de Comunicação Empresariais.

    AGENDA 21

    A agenda 21 é o instrumento principal da Nova ordem Mundial, concebida em 1992 no Rio DeJaniero “na Cúpula da Terra”. O seu nome original, “ Desenvolvimento Sustentável”, começou em 1987 com o Gro Harlem Brundtland, VP do Partido Socialista Mundial. Pesadamente promovido ao público como a salvação deste planeta e de cada ser humano, é tudo menos isso. Tem que ser revelado sem incerteza alguma mas você sabe que está de acordo com os fatos.

    Deixando estes dados de lado, eu poderia ser etiquetado como um membro proeminente da ala lunática mas acredito que temos uma obrigação ética de apresentar a verdade, como a vemos. Se eu estiver errado – bem, vou ser envergonhado mas por fim estarei aliviado porque talvez esta insanidade não acontecerá.

    Ainda assim, o fato é que cresce a evidência de que este ovo apodrecido chamado Agenda 21 esteve incubando durante algum tempo, sob os nossos prórpios narizes. E ele fede.

    Naquela reunião imperiosa, 178 nações assinaram o documento; o Presidente Bush assinou para o seu sucessor Presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, uma ordem executiva basicamente exigindo a complacência de cada estado e comunidade com as metas e os planos da Agenda 21 que está sucedendo rápido como política oficial em cada província, cidade e estado.

    Termos com uma sonoridade compassiva como “Estabilização Demográfica” e “Desenvolvimento Sustentável” são simplesmente máscaras do objetivo verdadeiro deste plano das Nações Unidas – uma dominação mundial da sua vida e liberdade, basicamente uma conspiração traiçoeira para controlar qualquer e todas as partes da existência.

    Segundo os seus autores, a sustentabilidade concentra-se em três coisas: “uso global de terra, educação global e controle demográfico global e redução populacional”. Não soa demasiado mau, não é? contudo, na prática real, essa panela de conceitos de longe foge da sua retórica elevada. ver 2014 – 021 da ONU, o ‘Projeto terras selvagens Solta a sua Guerra contra a Humanidade’.

    Os objetivos verdadeiros da Agenda 21, revelados, incluem um fim à soberania nacional; a reestruturação da unidade familiar, que significa basicamente que o estado cuidará das suas crianças, com um olhar severo em direção à doutrinação deles para o controle estatal acima da lealdade de família; a abolição da propriedade privada dos cidadãos, sendo estes obrigandos a se “empilhar e empacotar” em prédios de vários andares, próximos das ferrovias, enquanto os carros não serão permitidos.

    É sua intenção também o colapso da vida familiar por incentivos fiscais, tomar as crianças das famílias e proibir os pais de ver as suas crianças.

    “Para realizar Um Governo Mundial é necessário retirar das mentes de homens o seu individualismo, a sua lealdade a tradições de família e a identificação nacional.” segundo Brock Chisholm, quando foi diretor da Organização Mundial da Saúde da ONU.

    Para mais informação sobre a Agenda 21 ver:
    Agenda 21 Revealed – You Need to Know This (Agenda 21 Revelado – Você Tem que Saber Isto)

    guardianlv.com/2013/09/agenda-21-revealed-you-need-to-know-this / ‎

    21 2013 Sep – a Agenda 21 é um instrumento principal da Nova ordem Mundial, concebida em 1992 no Rio De Janeiro “na Cúpula da Terra.” O seu nome original, “Sustentabilidade…

    http://www.amren.com/ar/2011/01/index.html*article1 … ((copiar para o Word, em seguida, clique em control) um artigo excelente, acorda as pessoas!

    2 Respostas até 2013 – 043 o Plano de Coudenhove-Kalergi – o Genocídio da Gente da Europa e Agenda 21

    Jonathan em 5 de Janeiro de 2014 responde sobre (2014 – 014 o Projeto das terras selvagens para controlar todos os seres humanos e a Agenda 21)

    ”A abertura de Blair das fronteiras do Reino Unido a todo o mundo sem que isso fosse discutido no parlamento”

    Isso não é verdade – os vários instrumentos jurídicos pertinentes não só foram discutidas no Parlamento, mas do Trabalho deu-nos um referendo sobre eles em 1975. A maior parte da legislação em questão é o European Communities Act 1972. Isso não teve nada a ver com o trabalho, mas foi aprovada conforme os Partidos Conservadores.

    Deve notar-se que o parlamento é essencialmente controlado pelo Escritório de Gabinete não eleito (2013 – 013 Como o Tratado de Lisboa foi aceito por votação) e os membros do parlamento muitas vezes não têm nenhuma idéia do que eles estão votando.

    o s2 (de 1) dele diz “Todos os tais direitos, poderes, responsabilidades, obrigações e restrições de tempos em tempos criados ou resultantes por ou nos termos dos Tratados, e todos os tais recursos e procedimentos de tempos em tempos previstos por ou nos termos dos Tratados, como estão em conformidade com os Tratados sem nova ratificação a ser dada para o efeito legal ou usado no Reino Unido devem ser reconhecidos e disponíveis na lei, ser executados, permitidos e seguidos em conformidade”.

    http://www.legislation.gov.uk/ukpga/1972/68/section/2

    “Os tratados” em questão são os TEEC da época, que provêem o movimento livre de funcionários. As modificações de tratado posteriores foram aprovadas no governo de Margaret Thatcher e John Major e muito discutidas no Parlamento. Thatcher mentiu a alguns dos seus mais antigos membros do gabinete sobre as implicações e as conseqüências da UE.

    Como fomos descaradamente enganados pela Heath em 1972 e Crispen Tickell instruiu os membros do parlamento a não discutirem a Comunidade Economica Européia em público ele foi efetivamente um acordo secreto. Dizer agora que deveríamos de conhecido é bastante pérfido. As implicações e as conseqüências não foram explicadas na imprensa.

    A Winston Churchill foi concedido este prêmio, mas certamente ele pensou que fosse para estimular a cooperação dos estados da Europa. É bastante improvável que ele estivesse consciente dos objetivos do prêmio Kalergi Coudenhove.

    Os premiados com o Prêmio Carlomagno.

    1950 Austria Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi
    1951 Países Baixos Hendrik Brugmans
    1952 Itália Alcide de Gasperi
    A 1953 França Jean Monnet
    1954 Alemanha Konrad Adenauer
    1956 Reino Unido Sir Winston S. Churchill
    1957 Bélgica Paul Henri Spaak
    1958 França Robert Schuman
    1959 Estados Unidos. George C. Marshall
    1960 Luxemburgo Joseph Bech
    1961 Alemanha Walter Hallstein
    1963 Reino Unido Edward Heath
    1964 Itália Antonio Segni
    1966 Dinamarca Jens Otto Krag
    1967 Países Baixos Joseph Luns
    1969 União Européia Comissão Europeia
    1970 França François Seydoux de Clausonne
    1972 Reino Unido Roy Jenkins
    1973 Espanha o Salvador de Madariaga
    1976 Bélgica Leo Tindemans
    1977 Alemanha Walter Scheel
    1978 Grécia Konstantinos Karamanlis
    1979 Itália Emilio Colombo
    1981 França Simone Veil
    1982 Espanha Juan Carlos da Espanha
    1984 Alemanha Karl Carstens
    1986 Luxemburgo o Povo de Luxemburgo
    1987 Estados Unidos Henry Kissinger
    1988 Alemanha Helmut Kohl e França François Mitterrand
    1989 Suíça Frère Roger
    1990 Hungria Chifre de Gyula
    1991 Tchecoslováquia Václav Havel
    1992 França Jacques Delors
    1993 Espanha Felipe González
    1994 Noruega Gro Harlem Brundtland
    1995 Austria Franz Vranitzky
    1996 Países Baixos Beatrix dos Países Baixos
    1997 Alemanha Roman Herzog
    1998 Polônia Bronisław Geremek
    1999 Reino Unido Tony Blair
    2000 Bill Clinton de Estados Unidos
    2001 Hungria György Konrád
    2002 União Européia o Euro
    2003 França Valéry Giscard d’Estaing
    2004 República da Irlândia Pat Cox
    2004 Cidade de Vaticano / Polônia João Paulo II (prêmio extrardinário)
    2005 Itália Carlo Azeglio Ciampi
    2006 Luxemburgo Jean-Claude Juncker
    2007 Espanha Javier Solana
    2008 Alemanha Angela Merkel
    2009 Itália Andrea Riccardi
    2010 Polônia Donald Tusk
    2011 França Jean-Claude Trichet
    2012 Alemanha Wolfgang Schäuble
    2013 Lituânia Dalia Grybauskait ė
    2014 Bélgica Herman Van Rompuy
    2015 Alemanha Martin Schulz [1]


    Autor: Mick Greenhough

    Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

    Fonte: [1]Metapedia [2] http://www.theeuroprobe.org/2013-044-couden/
    e em: http://golden-dawn-international-newsroom.blogspot.com/2013/01/the-coudenhove-kalergi-plan-genocide-of.html

    Franco-maçonaria – A escola é para eles? Najat Vallaud-Belkacem parece aprovar…

    Aqui estão dois convites do Grand Orient de France para atividades no Templo Maçônico da rua Cadet sob o patrocínio de… Najat Vallaud-Belkacem, Ministro da educação nacional.

    Convites são emitidas para o Grand Orient de France e abaixo está o primeiro concernente a um documentário com o título explícito: “A escola é nossa” !.

    As origens ocultistas da Maçonaria um livro que nos faz penetrar e compreender as sociedades secretas que movem o mundo.

    Aqui está uma foto da estela em questão inaugurando o corredor do templo maçônico, sob o patrocínio do Ministério da Educação. E depois disso ainda vamos falar sobre neutralidade religiosa nas escolas…

    O convite para a Conferência Mere Agnes-Mariam de la Croix Remodelagem do Oriente Médio – presente e futuro dos cristãos do Oriente.

    [NT] Cristãos? Maçons são seguidores de Jesus Cristo? Vejo claramente aqui a armadilha verbal que esta frase significa, tal como nos anos 1000 D.C. foram as Cruzadas… se for conhecedor da História já entendeu: é guerra por recursos, nada a ver com fé. A história sempre se repete.

    No plano maior, se for conhecedor da engenharia social não terá dificuldade de entender o contexto histórico seguinte, senão, então por que as aulas de religião nas escolas são tão importantes para a maçonaria, respondo: para influir na sociedade do fututo (hoje são crianças) filosofias pré-elaboradas cuja meta é a amestração dos indivíduos-comuns, remodelados para fácil dominação.

    Autor: Pierre-Alain Depauw

    Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

    Fonte: medias-presse

    O Plano Maçonico de Kalergi em marcha também no Brasil.

    Brasil tenta absorver mão de obra de ganeses.

    Empresas de Caxias do Sul e de outras cidades do Rio Grande do Sul já estão se movimentando para tentar absorver a mão de obra dos centenas de imigrantes ganeses que chegaram ao município nos últimos dias. De acordo com uma das principais agências de recursos humanos da cidade, os imigrantes são valorizados pelas empresas da região, mas vão encontrar dificuldades na busca por emprego devido à barreira da língua e ao mercado de trabalho já saturado para os estrangeiros.

    Desde o início de julho, mais de 350 ganeses passaram pela cidade. Aproveitando a Copa do Mundo, os estrangeiros entraram no país com vistos de turista, válidos por 90 dias, e decidiram ficar em busca de emprego e melhores condições de vida. Em Caxias, eles protocolam o pedido de refúgio, que garante a permanência legal no país até que a solicitação seja analisada pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare), vinculado ao Ministério da Justiça.

    De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, 1.132 ganeses dos 2.529 que vieram ao Brasil com visto de turista para a Copa permanecem no país. Até o momento, cerca de 180 pedidos de refúgio já foram protocolados pelos estrangeiros. Pelo menos 120 ganeses ainda estão alojados em um seminário de Caxias do Sul. Muitos pretendem ficar em busca de emprego nas indústrias e empresas da cidade.

    Segundo as autoridades, promessas de trabalho, facilidades para conseguir o protocolo de refugiado e uma rede de assistência aos imigrantes são os principais atrativos de Caxias do Sul para os ganeses que desembarcam em busca de uma nova vida no Brasil, já que Gana vive uma crise econômica. A rapidez na emissão do protocolo de refúgio na cidade da Serra atrai imigrantes de vários estados do país, como Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Muitos chegam apenas para buscar o documento, sem interesse em permanecer na cidade. Entretanto, com o aumento da demanda registrada, a PF passou a limitar o atendimento de imigrantes a 20 pedidos por dia desde a sexta-feira (11).

    A proprietária de uma agência de seleção de trabalhadores, Teresa Moraes, no entanto, prevê dificuldades para os ganeses. Segundo ela, o mercado de trabalho está complicado em Caxias. “Nesses últimos meses, o mercado deu uma retraída, especialmente durante a Copa. Os empresários estão parando um pouco de investir. O momento daqui para frente vai ser de recessão por questões econômicas e políticas”, analisa.

    De acordo com Teresa, uma empresa de Gramado, também na serra gaúcha, solicitou recrutamento de 10 ganeses para vagas de produção e auxiliares de produção. A cidade de Erechim, na Região Norte, já havia colocado à disposição dos estrangeiros 40 vagas em um frigorífico de cortes suínos. Guaporé e Canela, na Serra, também ofereceram postos de trabalho, além de outras cidades.

    A analista de recursos humanos diz que a maior dificuldade dos estrangeiros é a língua. Para os que não falam português, a maior oferta de empregos é para área de produção. Mesmo que tenham ensino de nível superior em Gana, os conhecimentos não são tão aproveitados no Brasil pela dificuldade de comunicação. “Alguns são formados em marketing e vão concorrer a vaga de produção por causa da língua. Não tem como concorrer com alguém que tem graduação no Brasil”, explica Teresa.


    ‘Estrangeiros são mais empenhados’.

    Os empresários que contrataram senegaleses e haitianos há dois anos, quando a cidade começou a receber um contingente de cerca de 2 mil imigrantes desses países, avaliam o resultado como positivo. As empresas destacam a responsabilidade e a eficiência dos imigrantes e o fato de ocuparem vagas de trabalho que normalmente não são preenchidas pela população local.

    O Clube Recreio da Juventude, um dos mais tradicionais de Caxias do Sul, é um que emprega os imigrantes. Há dois anos, contratou 21 haitianos. Atualmente, oito estrangeiros trabalham no local. Três homens são auxiliares de manutenção, serviços gerais e jardinagem. As cinco mulheres haitianas cuidam da limpeza do clube.

    Os haitianos chegaram de Manaus, no Amazonas, em busca de uma vida nova após o terremoto que devastou o país da América Central, em 2010. Eles tiveram aulas de português patrocinadas pelo clube. “Os que não continuaram no clube foi porque não se adaptaram. Vieram em um período que era muito frio, inverno. A maioria voltou para Manaus”, disse a gerente de recursos humanos, Mariana Zanotti.

    De acordo com Mariana, a mão de obra para vagas em áreas como construção civil, jardinagem e manutenção, onde boa parte dos imigrantes trabalha, não é facilmente encontrada em Caxias. “É uma mão de obra que está muito difícil de conseguir. Foi vantajoso. Questão de jardinagem e manutenção, é complicado”, afirma.

    O comprometimento dos imigrantes é um fator que motiva as empresas a contratá-los. Uma loja de design de móveis da cidade conta com 15 funcionários senegaleses e um haitiano. Os primeiros chegaram há 10 meses. “Os estrangeiros são mais empenhados. Eles não faltam, não usam atestados, seguem todas as normas. Falta gente que quer trabalhar. Contratamos (brasileiros) e dois, três dias depois, eles saem. Os senegaleses são bem comprometidos”, garante a gerente de recursos humanos Ana Paula de Zorzi.

    Os estrangeiros trabalham como costureiros, marceneiros e pintores na loja. Aprenderam a língua aos poucos, o suficiente para conseguir se comunicar com os gestores da empresa. Mas Ana Paula salienta que, apesar de os imigrantes serem bem-vistos nas empresas, a chegada dos ganeses é preocupante: “É muita gente competindo no mesmo mercado”.

    Fonte: Globo.com

    Seguidores do Islã mantêm a tradição do Ramadã em Caxias do Sul, RS.

    Ganeses realizam orações e apostam na fé para conquistar objetivos.

    A distância da África ao Brasil e as dificuldades não abalam a fé dos ganeses que chegaram a Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, nos últimos dias. Dos cerca de 110 estrangeiros que permanecem na cidade nesta quarta-feira (16), 70% são muçulmanos.

    Desde o dia 28 de junho, os seguidores do Islã mantêm a tradição do Ramadã, período em que os adeptos da religião devem permanecer 29 dias em jejum entre o amanhecer e o entardecer. A cerca de 6,6 mil quilômetros do país natal, os ganeses acreditam que, com a religiosidade, os objetivos de conseguir emprego e uma boa vida no Brasil serão alcançados.

    Segundo as autoridades, promessas de trabalho, facilidades para conseguir o protocolo de refugiado e uma rede de assistência aos imigrantes são os principais atrativos de Caxias do Sul para os ganeses que desembarcam em busca de uma nova vida no Brasil. A rapidez na emissão do protocolo de refúgio na cidade da Serra atrai imigrantes de vários estados do país, como Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Muitos chegam apenas para buscar o documento, sem interesse em permanecer na cidade. Entretanto, com o aumento da demanda registrada, a PF passou a limitar o atendimento de imigrantes a 20 pedidos por dia desde a sexta-feira (11).

    Aproveitando o apelo da Copa do Mundo, os estrangeiros entraram no país com vistos de turista, válidos por 90 dias e concedidos pela embaixada brasileira em Acra, capital de Gana. Com o protocolo de asilo, eles podem permanecer legalmente no país até que o pedido seja analisado pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare), vinculado ao Ministério da Justiça.

    Dos ganeses que permanecem em Caxias do Sul, cerca de 100 estão alojados no Seminário Nossa Senhora Aparecida. Mantidos por doações de moradores, eles comem e dormem no local. Aminu Mohammed é sapateiro e está há três semanas no Brasil. O ganês faz jejum durante o dia e, quando o sol se põe, faz a primeira refeição.

    “Comemos arroz e tomamos café”, relatou. Segundo ele, ficar de barriga vazia vale a pena. “Nós rezamos muito durante o período do Ramadã. Pelo menos cinco vezes por dia. Nossas preces vão ser atendidas”.

    O primeiro destino de Mohammed foi Criciúma, em Santa Catarina. Em seguida, o imigrante foi a Caxias do Sul pela maior facilidade com o protocolo feito pela Polícia Federal para permanência dos estrangeiros no país. “Depois de conseguir os papéis, vou para qualquer lugar onde tenha emprego”, garante.

    O objetivo de Mohammed é ajudar a mãe com o salário que receber no Brasil. Ele também deseja permanecer no país para construir uma família. “Quero casar com uma brasileira”, disse, animado.

    Os ganeses formaram uma comunidade que se ajuda no dia a dia. Já que comida não é preocupação no período de Ramadã, as orações são em conjunto. No entardecer, eles se reúnem na cozinha do Seminário Nossa Senhora Aparecida, em Caxias, e preparam uma janta rápida, sempre feita com arroz.

    ‘Temos que respeitar o desejo deles’.

    A defensora pública Federal, Fernanda Hahn, esteve em Caxias do Sul na manhã desta quarta-feira (16) para acompanhar a situação dos ganeses no estado. Ela afirma que primeiro é preciso descobrir quais os motivos que fazem os estrangeiros procurarem Caxias do Sul. “Por essa razão que a gente quer entender com eles de que forma a gente pode contribuir. Tudo é muito novo no nosso estado, no Brasil. Há poucos anos isso começou”, disse Fernanda.

    A defensora acredita que a solução não é mandá-los para outros locais no RS, mas sim entender os motivos dos ganeses para ficarem em Caxias. “Nós temos que respeitar o fluxo deles, a ambição deles, de onde querem ficar. A gente defende que a imigração é a vontade de qualquer ser humano, seja o brasileiro que sai do país ou o estrangeiro que vem, a gente preserva muito essa liberdade de onde eles querem ficar. Se Caxias do Sul é um local onde estão sendo acolhidos, não acho que o caminho seja encaminhar para outro local”, declarou.

    Fernanda afirma que é necessário respeitar o pedido dos ganeses. Caso sejam aceitos como refugiados, eles terão os mesmos direitos dos brasileiros. “Nós temos seres humanos no nosso país em busca de uma vida melhor, assim como nós temos cinco milhões de brasileiros fora do país, procurando uma vida talvez melhor, cada um com seus motivos. Nós temos cerca de dois milhões de estrangeiros no nosso país. Temos uma equação, nós também exportamos brasileiros e queremos que eles sejam tratados com dignidade, no país onde eles estão. Independente de brasileiro, estrangeiro, de que raça for, a gente tem que lutar para que a dignidade deles seja protegida”, completou. Estrangeiros dependem de doações para se manter em abrigos no RS.

    Número incerto.

    De acordo com informações do Ministério das Relações Exteriores, foram emitidos para o período da Copa 8.767 vistos a ganenses. Entretanto, nem todas as autorizações de entrada no Brasil foram efetivamente utilizadas. O Departamento de Polícia Federal confirmou que, daquele total, 2.529 nacionais ganenses fizeram uso dos vistos e efetivamente entraram no país e 1.397 deixaram o território brasileiro até o momento.

    Permanecem no Território Nacional, com visto válido, cerca de 1.132 pessoas. De acordo com o Ministério da Justiça, até esta quarta-feira (16), ocorreram aproximadamente 180 solicitações de refúgio.

    Na terça-feira (15), o Centro de Atendimento ao Migrante (CAM) contabilizou 110 ganeses dormindo no Seminário Nossa Senhora Aparecida, que acolhe os ganeses em Caxias do Sul. De acordo com a entidade, o número de novos imigrantes que chegaram à cidade da Serra apenas naquele dia foi de 26. A expectativa é que na tarde desta quarta-feira (16) mais imigrantes cheguem à cidade.

    O CAM afirma também que o balanço sobre a quantidade de imigrantes que pretendem se instalar na cidade ainda é incerto, já que muitos que conseguiram o protocolo de refúgio foram para outras cidades do estado, onde a emissão da carteira de trabalho está sendo mais rápida.

    Fonte: Globo.com


    Genes basco e nigeriano têm forte presença em sul-americanos.

    Um estudo divulgado pela revista “Nature Communications” revela a forte presença de genes de alguns povos africanos e europeus, como os iorubás da Nigéria e os bascos, no genoma da população atual da América do Sul.

    Cristian Capelli, da Universidade de Oxford, e seus colegas usaram dados genéticos de mais de 4.000 americanos, europeus e africanos para determinar a contribuição dessas populações ancestrais diferentes na população atual das Américas do Norte e do Sul.

    Para os nove países hispânicos da América do Sul, a maior contribuição europeia vem da Espanha, de acordo com o estudo. Mas os pesquisadores afirmam ter descoberto “pela primeira vez” a assinatura genética de ancestrais bascos em cinco de cada seis sul-americanos.

    Entre os imigrantes espanhóis do século XVI e XVII estavam muitos bascos, especialmente no México, em Cuba, no Chile, no Peru e na Colômbia, observa a pesquisa, publicada na revista Nature Communications.

    O estudo também mostra que os iorubás da África Ocidental são os “maiores contribuintes” genéticos africanos para toda a população das Américas, já que esta região foi a mais afetada pelo comércio de escravos.

    Outros povos, como os Mandingos (Senegal e Gâmbia) e os Bantos (África do Sul e África Oriental) também foram identificados no DNA do povo americano.

    Influência italiana.

    Entre os outros grupos europeus detectados, os pesquisadores descobriram uma contribuição significativa de pessoas do sul da Itália e da Sicília. Eles também encontraram uma forte contribuição de antepassados franceses entre um grupo de afro-americanos, “refletindo a imigração francesa colonial no sul dos Estados Unidos durante o período colonial”.

    Os pesquisadores também mostraram que as populações do Caribe tinham maior componente africano do que os povos da América do Sul, refletindo o maior número de escravos que chegaram a estas ilhas.

    “Conhecer os rastros deixados pelos antepassados no DNA da população americana de hoje é essencial para levar em conta o desenvolvimento de doenças e de medicamentos para combatê-las”, explicou Cristian Capelli.

    Fonte: Globo.com

    Genética confirma que europeus reduziram população indígena

    Um estudo comprovou, do ponto de vista biológico, que a chegada dos europeus à América significou uma grande redução para as populações nativas. A arqueologia e a história já falavam nisso havia muito tempo, mas essa é a primeira pesquisa no campo da genética que chega a essa conclusão.

    O artigo publicado online pela revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)” diz que a população nativa atingiu seu ápice 5 mil anos atrás, manteve-se estável até 500 anos atrás e, de lá para cá, caiu pela metade.

    “Esses resultados apoiam a análise de relatos históricos indicando que a colonização europeia induziu mortalidade generalizada entre os índios americanos”, diz o texto assinado por Brandon O’Fallon, da Universidade de Washington, nos EUA, e Lars Fehren-Schmitz, da Universidade de Göttingen, na Alemanha.

    O método usado para levar a essa conclusão foi a análise do DNA mitocondrial. Esse material genético é herdado apenas da mãe, e não do pai, e facilita estudos que envolvam a linhagem.

    Os cientistas conseguiram 63 amostras desse material genético em restos mortais que tinham entre 800 e 5 mil anos. Esses DNA’s foram comparados aos de 137 indivíduos modernos. Hoje, a variedade genética é menor, o que comprova que a população caiu – esse princípio é conhecido na genética como gargalo.

    Os dados foram coletados na região dos Grandes Lagos, na América do Norte, e no Peru. “Os danos não ficaram limitados a regiões específicas, mas divididos entre os dois continentes americanos, com efeitos mais fortes nas regiões mais habitadas”, afirmou Fehren-Schmitz, em nota da Universidade de Göttingen.

    Fonte: Globo.com